<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711</id><updated>2011-08-30T03:38:16.407-03:00</updated><category term='still-love-ya'/><category term='recalque'/><category term='dia-a-diário'/><category term='broken-strings'/><title type='text'>­vanilla twilight</title><subtitle type='html'>and I'll forget the world that I knew but I swear I won't forget you.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>33</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-8758412108555521536</id><published>2011-08-24T15:10:00.000-03:00</published><updated>2011-08-24T15:10:18.704-03:00</updated><title type='text'>plástico novo, café e grama</title><content type='html'>Eu fechei os olhos e respirei. Tentei absorver o máximo do teu cheiro. Uma mistura de plástico novo, café e grama que sempre me fascinou. Eu sabia que seria a nossa última vez juntos - ambos estávamos cansados de nos despedir de novo e de novo. Portanto, eu havia decidido que não o acompanharia até o aeroporto. Era certo que você não ia ficar overseas para sempre, mas aquele era, definitivamente, o nosso fim. Além das mudanças que certamente aconteceriam em nossas vidas nesses eternos dez meses, eu planejava me mudar geograficamente. Quero dizer, eram grandes as chances de que quando você voltasse para a nossa cidadezinha eu já não mais lá residisse. &lt;br /&gt;Nós sempre soubemos que isso acabaria, não é? Quero dizer, nós dois. Owatonna sempre foi pequena demais para mim. E de tanto eu falar, te convenci do mesmo. Mas por que, Adam? Por que ir antes de mim? Por que me deixar? &lt;br /&gt;“Eu te odeio tanto nesse momento”, eu chorei. Chorei e enxuguei minhas lágrimas na sua camiseta, enterrando o rosto no seu peito. Eu que não chorava desde a morte do meu pai, quando eu era muito pequena. Era como se um buraco se abrisse dentro de mim. A dor era física, enorme, insuportável. Eu me esticava para segurar tudo junto e não desabar, mas o esforço além de ser totalmente inútil, parecia abrir um corte dentro de mim. Um corte que com certeza se fecharia, porém não sem deixar uma cicatriz no lugar.&lt;br /&gt;Eu lembro que você me levou para aquele lugar que só a gente conhecia. Começava nos fundos da sua casa, de onde se via o riacho. Um gramado imenso e de um verde muito intenso na primavera. Atravessando uma grande e velha ponte de madeira, e alguns metros à esquerda e lá estávamos nós. Protegido por algumas árvores, o “nosso” canto mantinha-se fresco pelas sombras dos eucaliptos. Perguntei-me como poderia essa clareira continuar sendo nossa se você não estaria mais por perto para dividi-la comigo. Tratei de espantar esses pensamentos da cabeça enquanto me deitava ao seu lado&lt;br /&gt;O silêncio era absoluto. Eu já tinha dito tudo que poderia ser dito numa situação dessas e você também. Compartilhávamos de uma dor e ansiedade silenciosa. . Tentei me segurar enquanto você pegava de leve a minha mão. Oh Adam, eu juro que tentei! Mas quando vi já estava agarrada ao seu braço, os olhos fechados e toda encolhida, feito um bebê. Com o rosto apoiado no seu tórax, eu queria sentir o calor do seu corpo, as batidas do seu coração. Eu precisava sentir-te vivo, presente, uma última vez. Apertava meus olhos com força na esperança de abri-los e descobrir que aquilo não passava de um pesadelo.&lt;br /&gt;-Diga – sua voz firme me despertou e eu te encarei com a vista cheia de manchas brancas.&lt;br /&gt;-O que você quer que eu diga?&lt;br /&gt;-Me peça para ficar. – Você encarava o céu com intensidade, os olhos brilhando. &lt;br /&gt;-Eu não poderia. Eu te amo demais para isso.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Você me virou para me encarar e me beijou. Ficamos ali, de testas coladas, e olhares grudados. Naquele momento existia nada no mundo além de nós dois. O sol foi se pondo. E veio a lua. E veio o inverno. E ficou em mim a memória do teu cheiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-8758412108555521536?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/8758412108555521536/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=8758412108555521536&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/8758412108555521536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/8758412108555521536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2011/08/plastico-novo-cafe-e-grama.html' title='plástico novo, café e grama'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-3221388658866709702</id><published>2011-07-26T02:28:00.001-03:00</published><updated>2011-07-27T19:40:49.812-03:00</updated><title type='text'>Fallin' like I never fell before</title><content type='html'>&lt;span lang="EN-US"&gt;I think I'm in love. I'm falling like I never fell before. I am hopelessly and terribly in love. And that sucks. It sucks wanting to scream and not being able to. It sucks sitting in my bedroom wanting someone to want me, to miss me.&amp;nbsp; And it sucks the most not having someone to talk about it.&lt;br /&gt;I think I'm enchanted. It's the only thing that explains the stalking instinct, the constantly checking for e-mails and the deep breaths when the person has to leave. And I just got what I'm attracted to. I don't love beauty nor intelligence. I like someone just like me but different. Someone who can surprise me even after a long time we know each other. I like someone vulnerable. I like to take care of people. I like messed-up and neglect ones. I like underdogs! And I like being praised. I like being described as a sweet guy when everyone knows I'm truly a hard cheese to swallow, a bitter tongue. I like the fact that someone really thinks I'm lovely, it makes me wanna fly!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;I may like you, I may be enchanted. But, what's the problem? The problem is that I'm not allowed to fall for someone. Have a crush? Hm, maybe if it is a celeb one. Real people? Never. I'm not allowed to be vulnerable! I'm not used to. I'm not allowed to cry or annoy someone just because I want to be near, to hug the person. &lt;br /&gt;I want you to want me. And I know you don't, you can't. And I'm afraid that no one will ever do that. Not because they don't want to, or that they don't like me. But just because they can't. I want to be someone's man through the fire and I think I'm just not that type of guy. Or anyone's type of guy, for that matters.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-3221388658866709702?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/3221388658866709702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=3221388658866709702&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/3221388658866709702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/3221388658866709702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2011/07/fallin-like-i-never-fell-before.html' title='Fallin&apos; like I never fell before'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-6399131462036962976</id><published>2011-06-09T21:16:00.005-03:00</published><updated>2011-06-09T21:58:43.426-03:00</updated><title type='text'>Real World</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: georgia; line-height: normal; margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/2u1mPnGboR8/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2u1mPnGboR8&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/2u1mPnGboR8&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;Eu acabo de assistir um vídeo do Adam Young no qual ele faz a análise de uma das músicas do seu novo álbum - All Things Bright and Beautiful, sai dia 14 de Junho -, Real World. A música fala basicamente sobre desejar que a realidade fosse um pouco mais como a realidade na sua cabeça. Desejar poder escapar e aparecer e viver em um mundo só teu e do jeito que você moldou. "É uma canção sobre como você deseja poder escapar para dentro da sua própria realidade e seu próprio  mundo, onde você pode controlar tudo o que acontece. Fala sobre se você pudesse realmente viver na sua própria realidade e no seu  próprio mundo e voltar para o mundo real quando você quisesse." Coincidentemente ou não, a música do Adam tem uma base forte que já foi estudada milhares de anos atrás. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: georgia; line-height: normal; margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;Uma das teorias de Platão, filósofo grego do século IV a.C., fala de algo bem similar. A Teoria das Idéias, como é conhecida, implica e questiona o desempenho das pessoas no papel de serem elas mesmas. Esse autoconhecimento levou o filósofo a pensar sobre os motivos que tornam de alguém sempre a mesma pessoa, ou se a mudança que ocorre inevitavelmente com o ser humano faz com que ele seja várias versões da mesma pessoa. Como Platão já tinha conhecimento, o homem é um bicho social e, portanto, está em constante relação com outros seres – da mesma espécie ou não –, e as reações desencadeadas dentro de cada ser a partir desses eventos levaram o filósofo a conceber que haveria então a existência de &lt;b&gt;duas realidades&lt;/b&gt;: a inteligível e a sensível. A primeira diz respeito às coisas como elas são em sua essência imutável, como as vemos. A segunda realidade está relacionada ao mundo de idéias e imagens – é como se fosse a impressão e percepção pessoal que cada ser tem do mundo ao seu redor. &lt;i&gt;É como se cada ponto de vista ditasse a forma como a pessoa vive sua vida&lt;/i&gt;. Essa percepção é algo que me chama muito atenção, pois explica muito bem o fato de algumas pessoas seguirem um determinado caminho em suas vidas. Para mim, está aí a origem das divergências. Cada um tem um sistema próprio de processamento das informações, elas são digeridas nos moldes que manda a consciência de cada pessoa. Cada um pensa, reage e acredita em coisas diferentes, porque quem eles são na verdade está ligado a quem eles foram transformados pelo caminho de sua existência, encaixados na sua essência. A verdade é que cada um monta sua própria realidade, ou a tem montada conforme o passar de sua vida. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: georgia; line-height: normal; margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;O desejo do Adam se justifica no fato de ele ser um tipo de pessoa que criou sua própria realidade, mas sente dificuldade de viver nela, pois o mundo "real" a todo momento nos chama para viver na realidade inteligível. Eu me identifico com ele, muitas vezes, pois ele traz consigo essa coisa, essa pureza, esse escape do mundo real. O mundo, a realidade é um lugar amável, mas se você pudesse escolher, realmente ia querer viver aqui? Viver no mundo real em vez de viver num mundo próprio em que você dominasse quem vive, quem morre, o que as pessoas fazem ou deixam de fazer. Hipócrita é quem diz que nunca desejou ter poderes e controlar a ordem e o acontecimento de tudo ao seu redor. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: georgia; line-height: normal; margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;Eu estou com o Adam, eu sou fã e adoro o jeito de ele vê a vida! Acho amável, de verdade, mas... Eu não ia querer viver na realidade dele. Prefiro muito mais criar o meu mundo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: georgia; line-height: normal; margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;E é isso que eu, e todo mundo faz. Todos os dias. Criamos nosso mundo e vivemos nele. Afinal de contas, o que é o mundo real?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-6399131462036962976?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/6399131462036962976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=6399131462036962976&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/6399131462036962976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/6399131462036962976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2011/06/real-world.html' title='Real World'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-1248003585087944591</id><published>2011-01-20T21:26:00.003-02:00</published><updated>2011-01-20T21:31:37.143-02:00</updated><title type='text'>Remembering Sunday (parte 02)</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.4shared.com/file/58094424/9ad53917/All_Time_Low_-_Remembering_Sun.html" target="_blank"&gt;All Time Low - Remembering Sunday.mp3&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin-top:0cm;  mso-para-margin-right:0cm;  mso-para-margin-bottom:10.0pt; 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No elevador, me impedi de pensar sobre o assunto enquanto limpava meu rosto todo borrado de maquiagem. Passei pela portaria sem cumprimentar o porteiro - conhecido de tantas outras vezes que fui&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;na casa do Arthie. Sentei no banco do meu carro e desmontei.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Era tudo muito claro na minha cabeça como sempre foi. Eu amava o Arthur de corpo e alma. Amava, sempre amei e sempre amarei. Amava-o desde que descobrira o sentido da palavra amor. Ele era o homem da minha vida... Ou não. Eu amava Arthur mais do que amo a mim mesma, motivo pelo qual nós não poderíamos ficar juntos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ele sempre fora o cara mais lindo de todos. O mais lindo da escola, o mais lindo da faculdade, o mais lindo de qualquer lugar que estivesse. Seus olhos de um verde esmeralda capaz de fazer qualquer garota querer dar a vida para ele. Seus cabelos de um liso rebelde e escuros como carvão caíam com perfeição sobre seu rosto, emoldurando sua face. O sorriso mais repleto e acolhedor possível. Ele era maravilhoso.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O meu melhor amigo podia ter a garota que quisesse. E ele sempre teve, apesar de nunca ter sido do tipo que faz coleção de bocas beijadas. Muito pelo contrário, Arthur sempre foi muito seletivo. Um pouco tímido, mas só o suficiente para torná-lo fofo, ele era o perfeito leonino, de personalidade alegre e radiante. Eu não o merecia.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Eu, por outro lado, tive dúzias de relacionamentos frustrados. Pisciniana , tenho pavor a intimidade. Sempre acabo meus namoros da forma mais trágica possível. Sem nunca mais olhar na cara da pessoa. “Amores” para mim sempre foram descartáveis. A explicação para isso é claramente resumida no fato de que eu nunca amei pessoa alguma no mundo além do &lt;i style=""&gt;dele&lt;/i&gt;. E ele me amava. Amava-me e me amara a vida toda. Como eu nunca notei? Se havia algo a ser notado eu não sei, ele sempre foi muito discreto. Talvez ele nem quisesse ser notado de fato. Talvez ele soubesse – como eu sei – que um garoto-homem perfeito como ele não me merece.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Eu, a idiota. A feia, a horrível, a que estraga todo e qualquer relacionamento. Seja de amizade ou namoro.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;A bruxa azarada que sempre é traída, chutada e rejeitada.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Senti uma lágrima mais quente cair e me lembrei que estava dentro de um carro, em frente a um edifício, numa rua movimentada. Domingo de manhã. Olhei para fora do carro uma última vez, contando as janelas para saber qual era a do Arthie. Liguei meu carro e fui embora.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-1248003585087944591?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/1248003585087944591/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=1248003585087944591&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/1248003585087944591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/1248003585087944591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2011/01/remembering-sunday-parte-02.html' title='Remembering Sunday (parte 02)'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-445697319353598066</id><published>2010-07-10T02:00:00.002-03:00</published><updated>2010-07-10T02:03:44.872-03:00</updated><title type='text'>Mr. Confusion</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ouça: &lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.4shared.com/audio/TBal0wvQ/06_Beeshop_-_Mr_Confusion.html" target="_blank"&gt;06. Beeshop - Mr. Confusion.mp3&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;Here comes another&lt;br /&gt;You know you don't want it&lt;br /&gt;That girl is like non-stop confusion&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leonardo continuava sentado no mesmo lugar que tinha sido deixado.  Parecia muito uma daquelas cenas de filme em que a pessoa permanece intacta no mesmo lugar por horas, dias, meses.&lt;br /&gt;Ele olhou no relógio do celular, que indicava a sete da noite, ao verificar que já havia escurecido em volta. Uma curta ligação – “Posso passar aí?” ”Eu não sei não, Leo...” “Ótimo, meia hora e eu chego.” – e já estava de pé.&lt;br /&gt;Meia hora de carro e apareceu em frente da casa que tanto relutara ir nos últimos seis meses. Seis meses de confusão: direita ou esquerda, Direito ou Jornalismo, azul ou verde, Corinthians ou Palmeiras, São Paulo ou New York, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Rachel&lt;/span&gt; ou &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Amanda&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;You think you love her&lt;br /&gt;Could that be illusion?&lt;br /&gt;Could that not be love?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma garota extremamente adorável abriu a porta vestindo um suéter vermelho. Antes que pudesse fazer sua saudação de má-vontade foi surpreendida por um beijo.&lt;br /&gt;-Ok, eu não previ isso acontecer.  O que deu em você? – Ela disse tentando recuperar o fôlego. Ela sabia o quão errado aquele beijo era mas não apresentou resistência alguma.&lt;br /&gt;-Eu vim por você. Eu te amo, Rachel. Sempre te amei, fica comigo?&lt;br /&gt;-Espera, espera... Eu não quero fazer nada precipitado, para... Não, é sério... PARA, LEO! – Ela finalmente tinha conseguido tirar Leonardo de cima dela. Ele, que nesse momento já se encontrava dentro da casa, de portas fechadas, parecia decidido a ficar com ela e isso parecia totalmente diferente da última conversa que haviam tido sobre o assunto.&lt;br /&gt;-Eu e ela, a Amanda, nós acabamos. Essa tarde mesmo. Eu e você podemos ficar juntos agora.&lt;br /&gt;-VOCÊS O QUE?! – Rachel parecia super assustada agora, pouco ligando para o fato de ter acabado de dar o primeiro beijo no garoto que fora sua paixão secreta pelos últimos seis meses.&lt;br /&gt;-Nós terminamos, vai, me dá uma chance Rachel. Eu te am...&lt;br /&gt;-Ama nada, não seja patético, Leonardo! – Ela dava agora uma distância de um metro dele contrastando com os poucos centímetros de alguns momentos atrás.&lt;br /&gt;-O que você ta dizendo?&lt;br /&gt;-Você não me ama, Leonardo.  E obviamente não ama a Amanda também. Se amasse não estaria aqui apenas algumas horas depois de ter terminado com a sua namorada.&lt;br /&gt;-Mas é claro que... O que você ta dizendo? Eu...  – Ele prosseguiu após alguns segundos em pausa. – O que eu faço?&lt;br /&gt;Rachel riu. Estava óbvio o motivo pelo qual ela havia se apaixonado por Leonardo. Ele transpirava cuidado. Era o garoto mais fofo que já havia conhecido. Atencioso, agradável, gentil, protetor e confuso. A confusão exagerada fazia parte do pacote e podia ser um pouco irritante às vezes, mas valia a pena totalmente.&lt;br /&gt;-Sabe, Leo, você namora a Amanda há pouco mais de um ano. Eu estava no Brasil quando vocês dois se conheceram, mas não tive tempo para conhecê-lo. Então, fui para os Estados Unidos fazer intercâmbio por um ano voltei. Logo percebi porque minha melhor amiga tinha te escolhido. A Amanda sempre foi muito seletiva para garotos, sabe? E eu sempre dizia para ela que ela nunca encontraria o garoto perfeito que procurava. Bem, ela te encontrou. E eu fiquei muito feliz por ela, por vocês dois. Mas você era tão perfeito. – Ela deslizou a mão pela bochecha do garoto e ele sorriu.  Borboletas voaram em seu estômago e ela retirou a mão como de imediato, corando e virando os olhos.  – E você era, e você é, tão perfeito que eu não pude resistir. Apaixonei-me por mais que lutasse contra. E você percebeu, me confrontou e eu não pude mentir. Você sabe bem que eu não sei fazer isso, mentir. Você me disse que gostava muito de mim também, bastante. Bom, eu não sei quanto você gosta de mim, ou da Amanda, mas com certeza você não ama nenhuma de nós. E isso é uma pena, um desperdício. – A garota deixou escapar um sorriso amarelo.&lt;br /&gt;-O que eu faço?  - O loiro repetiu a pergunta, atordoado.&lt;br /&gt;-Você eu não sei. Mas eu preciso ligar para a minha melhor amiga e consolá-la pela perda de seu maravilhoso namorado.&lt;br /&gt;Ele a encarou em silêncio com um brilho de dúvida terrível no olhar. Rachel riu.&lt;br /&gt;-Vamos, eu te acompanho até a porta.&lt;br /&gt;-Rachel... Eu... Espero que você ache o seu cara perfeito.&lt;br /&gt;-E eu espero que você ache a sua garota errada. Talvez você só consiga amar uma garota que encontre em você imperfeição.&lt;br /&gt;-É uma teoria, hein.  – Ambos riam.&lt;br /&gt;-Se cuida, rapazinho.&lt;br /&gt;Leonardo somente deu de ombros e foi em direção ao seu carro.  Já sentado no banco do motorista deu uma última olhada para a porta da casa a fim de constatar que já não havia ninguém lá. Ligou o rádio do carro e pegou tocando o que parecia ser o final de uma música desconhecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;The love you want&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Will make you heart feel cold&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;You think you've got it&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;But all you've got is a hole&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Inside your heart&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;The truth is there to be told&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;So try to stop&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Stop breaking hearts&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Stop hurting souls&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;and hurt yourself&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-445697319353598066?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/445697319353598066/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=445697319353598066&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/445697319353598066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/445697319353598066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2010/07/mr-confusion.html' title='Mr. Confusion'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-5179372753687679816</id><published>2010-06-12T15:34:00.003-03:00</published><updated>2010-06-13T15:02:59.234-03:00</updated><title type='text'>Tommas in Disgraceland.</title><content type='html'>Tom acordou atrasado como sempre. Penteou caprichosamente os cabelos e saiu de pijama e tudo para a aula, afinal causaria a maior inveja e comoção geral ao trajar suas novas pantufas em forma de estrela. Andava rápido e apressado, segurando seus cadernos e livros com a maior atenção que podia. Afinal, a atenção dispensada aos seus amores e desamores tinha que ser voltada para algum lugar.&lt;br /&gt;Andava bem depressa, num ritmo frenético. Então caiu. “Droga, de novo não!”, pensou. Caiu o suficiente para derrubar todos os seus livros – era a desculpa que admitiria de agora em diante: “a queda, foi muito ríspida, como esperavas que eu segurasse tudo?!” Mas a verdade (bem verdadeira) era que ele só estava esperava uma oportunidade qualquer para perder tudo.&lt;br /&gt;Logo que o processo chato e deprimente da queda passou, ele se levantou. Estava no mesmo lugar. Era um buraco que só o atrasava. Ele caía por alguns dias (às vezes empurrado por um infeliz qualquer) e voltava ao mesmo lugar. Atraso de vida, era o que era.&lt;br /&gt;Então ele levantou - feliz por ainda ter sua bela e aconchegante pantufa consigo -  e continou caminhando. No caminho viu uma casa um com portão amarelo escancarado. Entrou pelo simples motivo de não conseguir pensar em um motivo para não fazê-lo, já tinha perdido o horário mesmo.&lt;br /&gt;Dentro da casa (que era constituída apenas por uma cozinha) pode ver um grupo de amigos tomando café da manhã. Sentiu-se tão feliz por ter chego bem na hora de sua refeição favorita que não pode evitar se sentar a mesa para comer um pão de queijo. Enquanto degustava reparou que no canto do aposento havia um sofá preto de couro com dois jovens: uma menina muito bonita do cabelo liso e comprido (pela qual ele sentia um afeto fraternal inexplicável) e um garoto muito magro do cabelo tão liso quanto da garota (por este sentia somente asco), porém com comprimento até o queixo somente. O garoto olhava para ela esquisitamente, parecia que a qualquer momento comeria um pedaço de sua bochecha. Ela de nada correspondia, só olhava para suas unhas. Neste momento porém os dois levantaram o olhar para Tom, que, não hesitou até que percebeu a expressão de eu-consigo-me-virar que no rosto da menina. Decidiu então que essa era uma a menos para de ser salva (afinal de contas havia três garotas de pés em ambas as laterais do sofá. Apesar de as três [a loira, a morena e a oriental] possuírem um olhar inexpressivo Tom podia apostar que elas protegeriam a garota bonita se precisasse.)&lt;br /&gt;Após engolir e digerir o pão de queijo achou que talvez fosse hora de olhar e analisar o que acontecia a sua volta. Correu os olhos e viu três pessoas em volta da mesa. Um rapaz de cabelo castanho e muito bem vestido – que lhe causou certa inveja e o fez questionar pela primeira vez se seu pijama azul era traje adequado para a situação – que encarava com cara de pena e ao mesmo tempo humor e agonia outro muito mais alto e loiro. Este, por sua vez tinha sua boca aberta e uma fatia de pão com pó de capuccino instantâneo salpicado por cima segura no ar, a meio caminho da boca. Seus olhos azuis fitavam, arregalados como se tivesse vendo uma aparição a terceira pessoa na mesa: era uma garota. Não tão bonita quanto à do sofá, mas muito mais encantadora. Tom a amava.&lt;br /&gt;- Meu nome é Larissa. – Ela se dirigia a Tom sorrindo.&lt;br /&gt;- Tommas, o sozinho. – Ele sorriu da piada que acabara de proferir esperando pela reação da garota que fechou a cara para ele. – É como se fosse uma alcunha, sabe...&lt;br /&gt;- Sei, claro que sei! Não sou ignorante. Aliás, se tem alguém realmente estúpido nessa sala é você. – E dizendo isso provocou uma exclamação de ofensa da bela garota do sofá. – Você também é bem estúpida, se acalme.&lt;br /&gt;- Ora se isso não é uma ofensa já não sei o que é! – E Tommas se levantou pegando um guardanapo de pano somente para atirar na mesa. O impacto fez espirrar leite quente na cara do loiro. Ele se deliciou com a cena, mas se preocupou ternamente em não demonstrar.  – Diga-me, coeur, esta vem com uma pílula antidepressiva também?&lt;br /&gt;- Não... Mas temos vodka se você não achar muito cedo para isso  - ela parecia refletir sobre o assunto.&lt;br /&gt;- Basta, vou embora – e dizendo isso encarou o horizonte sem se mover. Tom nunca ia embora quando queria.&lt;br /&gt;- É tudo parte do nosso jogo. Vá, pegue uma tigela e se sirva de um pouco de cereal.&lt;br /&gt;- Ridículo. Todos vocês. Não os tolero – Esbravejou fazendo questão de olhar no olho de cada pessoa no recinto. Mas, ironicamente, enquanto dizia isso se sentava e se servia de cereal.&lt;br /&gt;Antes que ele pudesse comer do cereal a garota Larissa se levantou, caminhou até o seu lado da mesa e lhe deu um beijo.&lt;br /&gt;- Uau, eu não esperava essa - Tom, disse incrédulo depois de alguns momentos de silêncio.&lt;br /&gt;- É porque nada aconteceu – a indiferença de sua voz contrastava com a paixão do beijo.&lt;br /&gt;- Tolice. Pois verá agora o que aconteceu. – E dizendo isso foi para cima de Larissa, num beijo que fez os dois caírem no chão juntos. – Gostou do que eu fiz?&lt;br /&gt;- Fui eu que fiz.&lt;br /&gt;- Pois então acho que você só faz o que quer, não?&lt;br /&gt;- É o que se deve fazer no verão, eu temo.&lt;br /&gt;- MEU DEUS, JÁ É VERÃO?! Eu estou realmente atrasado!&lt;br /&gt;- Corra para a casa. – Larissa parecia um pouco desapontada, mas Tom seguiu suas instruções mesmo assim. – Espere! Não se esqueça do cereal.&lt;br /&gt;- É por isso que eu te amo. – Ele disse desejando que realmente tivesse certeza disso e ela respondeu com um sorriso, ainda deitada no chão. Antes de partir de vez o rapaz teve a oportunidade de olhar para trás e ver que a garota-do-sofá sorria para ele aprovando sua decisão.&lt;br /&gt;Tom estava indo para casa, esperava realmente que ela ainda estivesse esperando por ele.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-5179372753687679816?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/5179372753687679816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=5179372753687679816&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/5179372753687679816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/5179372753687679816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2010/06/tommas-in-disgraceland.html' title='Tommas in Disgraceland.'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-7573528676627152623</id><published>2010-04-16T19:50:00.001-03:00</published><updated>2010-04-16T19:53:50.592-03:00</updated><title type='text'>Vanilla Twilight</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ouça:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.4shared.com/audio/Ca_BhdWV/Owl_City_-_Vanilla_Twilight.html" target="_blank"&gt;Owl City - Vanilla Twilight.mp3&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu olhei para o lado e suspirei. Era difícil pensar com tantas coisas na minha cabeça. Era realmente difícil viver ali, longe de todos e tão longe da minha realidade. É como se eu tivesse caído em sono profundo e num sonho bizarro desde o momento em que entrei naquele avião.&lt;br /&gt;Ok, era indiscutível que eu me sentia bem melhor longe de todos, longe dela... Longe de ninguém. Não que houvesse muito para fugir, mas eu fugi. Fugi e corri, olhos  cegados pelas lágrimas. Fugi para bem longe, oversea. Dei um beijo longe de sua boca e disse "volto para você, ok?" porque eu sou um tolo. Volto para ser pisado, escrachado, e usado. Volto para te ouvir chorar no meio da noite e para te ouvir dizer que vai me dar um tempo quando na verdade só que fugir da responsabilidade de me ouvir. Fico imaginando o que tanto te assusta que possa sair da minha boca. Engraçado porque já viajei para o mais profundo do teu ser, já mapeei tua alma. Decorei tua boca e teu gosto mesmo contra tua vontade. Engraçado simplesmente que tenhas medo de mim. Medo do meu ser, do que habita em mim e, que, mesmo assim, me ame. Eu estranho que me ame do tanto que clama amar. Está certo que duvido de que qualquer ser possa me amar, gostam de mim, me acham divertido, só. Mas, ao final, voltam para casa abraçados com seus afetos enquanto eu volto abraçado em minha jaqueta.&lt;br /&gt;Mas enfim, estou aqui. Sentado nesse píer que mal sei como vim parar! Muito clichê? É a minha vontade! Foi minha vontade me afastar da minha doença - que é você - há sete meses e é minha vontade ficar aqui, esperando, esperando. Nas duas mão trago de prazeres que não faço questão de provar. Do lado direito uma garrafa de vodca, do lado esquerdo uma carta tua que acaba de chegar na minha casa.&lt;br /&gt;Um intercâmbio não é local para ter tais pensamentos, mas, Deus, não sou muito novo para já conseguir enxergar as coisas com tanta clareza?! Eu te amo, você me ama. Eu te larguei, você chorou, eu não chorei. Meu primeiro final de semana nos Estados Unidos foi repleto de mensagens suas pela internet. Nem liguei, eu começava uma vida nova! A dor deveria valer a pena quando nos esquecêssemos. Passsaram-se os dias e você começou a... Bem, voltar a ligar para mim com a mesma frequência de quando morávamos na mesma cidade. Ou seja: só lembrar de mim quando todo o resto dá errado. Está certo.&lt;br /&gt;Mas o fato é que nós dois, juntos, nunca existimos. Só na minha cabeça. Eu posso ter sido seu mundo por alguns meses, um ano no máximo. Até você se reerguer, sabe? Mas depois você arranjou alguém melhor para desejar um abraço. Braços mais confortáveis e menos frágeis. Talvez, esse alguém que não consiga te proteger tanto quanto eu pude e posso. Porque eu te amo. Mas foi assim.&lt;br /&gt;Abri os olhos e lá estava: o sol de punha no horizonte exatamente como dizia na música que tocava nos meus ouvidos. Toda tarde que podia, desde que descobrira esse pôr do sol, eu vinha até os fundos da minha casa e assistia a incrível mudança de cores, sempre ouvindo a mesma música.&lt;br /&gt;Faltavam ainda alguns meses até retornar para minha cidade, mas eu queria deixar ali, afogado naquele lago, daquela pequena cidade norte-americana, todo o peso que carrego no coração. Alguns meses e ainda posso dar um jeito nisso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-7573528676627152623?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/7573528676627152623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=7573528676627152623&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/7573528676627152623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/7573528676627152623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2010/04/vanilla-twilight.html' title='Vanilla Twilight'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-3556915577134927045</id><published>2010-03-06T20:59:00.011-03:00</published><updated>2010-03-10T20:58:50.998-03:00</updated><title type='text'>Remembering Sunday (parte 01)</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.4shared.com/file/58094424/9ad53917/All_Time_Low_-_Remembering_Sun.html" target="_blank"&gt;All Time Low - Remembering Sunday.mp3&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordei, olhei para o lado e sorri: ela ainda estava lá. Não tinha sido um sonho. Ela tinha sido minha. Ela era minha agora e para todo sempre. Passei a mão pelos seus cabelos e ela sorriu. Não era um sorriso de amor, era um sorriso de timidez. Eu não sabia o que isso significava, mas correspondi.&lt;br /&gt;“Vou preparar algo para você comer!” disse pulando da cama. Peguei uma calça qualquer do chão antes que ela pudesse dizer algo em protesto à idéia - o que eu tinha certeza que ela faria.&lt;br /&gt;Resolvi que prepararia uma omelete. Cozinhei o suficiente para dois, mesmo que eu não estivesse nem um pouco disposto a comer. Comida era a última coisa que me vinha à cabeça depois daquela noite. Tinha tido a garota que desejei a vida toda. A garota que desejei desde que ela era, de fato, uma garota. Antes mesmo de a natureza esculpir seu corpo, e a vida sua alma. Amei-a desde que soube o significado da palavra amor. Amei por toda a vida.&lt;br /&gt;Ouvi um barulho e me virei. Meu anjo se encontrava parado aos pés da escada. Completamente vestida e... Linda. Fazendo-me ter vergonha de estar sem camisa.&lt;br /&gt;-Oi – sorri, abestalhado.&lt;br /&gt;Ela forçou os lábios para cima, sem mostrar os dentes. Essa vergonha ia passar uma hora, era só questão de tempo. Nós não tínhamos feito nada errado, afinal.&lt;br /&gt;-Sente-se, sente-se! Preparei omelete pra vo... Para nós.&lt;br /&gt;Ela sentou-se a beira da minha pequena e redonda mesa, deixando sua bolsa descansar em seu colo – a qual eu não havia percebido estar com ela até agora.&lt;br /&gt;Insisti para que comesse sempre mais, mas em um ponto ela já parecia totalmente satisfeita.&lt;br /&gt;-Calor, não? – Eu insisti para ouvir sua voz, apesar de estar realmente quente naquela manhã de domingo. Sentia uma gota de suor escorrendo por entre minhas costelas. Levantei apressado e abri a porta da sacada. Uma estrutura metálica branca, emoldurando uma placa de vidro transparente como água. O único luxo do meu apartamento.&lt;br /&gt;Voltei à minha cadeira e ela encarava seu prato, inexpressiva. Por que ela não estava feliz como eu? Ela disse que me amava, eu ouvi. Disse também, na noite passada, que tinha esperado a vida toda por uma declaração de amor minha. Disse que só tinha tido relacionamentos frustrados por me amar, e mais ninguém. Eu era feito para ela, e ela para mim. Fomos melhores amigos a vida toda e amantes secretos. A vida tinha nos reservado um para o outro durante todos esses anos, eu tinha certeza. Não poderia ter sido aos 16 ou aos 20 anos. Agora era a nossa hora. A nossa hora de ficarmos juntos.&lt;br /&gt;-Nós não podemos ficar juntos.&lt;br /&gt;-Oi?&lt;br /&gt;-É isso mesmo que você ouviu, Arthur. O que aconteceu foi bom, mas foi... diversão.&lt;br /&gt;-Espera, eu realmente ouvi certo? Você está... me dispensando? Isso não é possível não pode ser.&lt;br /&gt;-É isso mesmo que você ouviu... me desculpe.&lt;br /&gt;-Sofia, se isso é uma piada, venho te avisar de antemão que não é do tipo que eu acho graça.&lt;br /&gt;-Não é uma piada.&lt;br /&gt;Eu sufoquei.&lt;br /&gt;-O que... O que você quer dizer? Como assim? Você me ama! Você disse!&lt;br /&gt;-Por favor, eu estava bêbada.&lt;br /&gt;-Você não bebe!&lt;br /&gt;-Eu estava drogada.&lt;br /&gt;-CALA ESSA BOCA! – A loira arregalou os olhos com o meu berro. E que olhos... Azul piscina daqueles que te dá vontade de mergulhar e ali permanecer para sempre. Quem precisa de ar quando se tem aqueles olhos à disposição?&lt;br /&gt;Mas eu tinha raiva! O que ela pensava estar fazendo? Por que ela dizia essas coisas para mim? Eu não entendia nada.&lt;br /&gt;-Eu... – ela abaixou a cabeça e alguns fios de cabelo caíram, tampando-me a visão de seu rosto de boneca. - Eu tenho que ir.&lt;br /&gt;Ela levantou-se de súbito, partindo em disparada em direção da porta.&lt;br /&gt;-Espera aí! – Dei alguns passos longos em sua direção, agarrando com força braço direito.&lt;br /&gt;-Ai! Você está me machucando! -Ela disse, sem levantar o rosto.&lt;br /&gt;-Que se dane! Você também está me machucando! O que está havendo?! Por que você mentiu para mim, por quê?! Eu te conheço há anos, Sofia. Sei que você não é assim. Você não seria tão leviana. OLHA PARA MIM E RESPONDE, DROGA!&lt;br /&gt;-Me... Solta. – sussurrou entredentes. Pude ver seu rosto molhado de lágrimas e me assustei, pensando tê-la machucado. Eu já estava a ponto de cair de joelhos pedindo perdão quando ela falou de novo.&lt;br /&gt;-Eu não te quero – um suspiro. Ela parecia tentar forças em algum lugar. Mas onde, meu Deus? E por quê? – Nunca te quis. E nunca vou te querer. Tenho uma novidade pra você, senhor Arthur: não são todas as mulheres que te amam, ok? Você não é meu tipo, eu não te amo, me deixa ir embora!&lt;br /&gt;- A porta está aberta.&lt;br /&gt;Eu estava sem forças e, com certeza, pálido. Sofia me deixou no meio do meu apartamento, sozinho, numa manhã quente de domingo. Não vi exatamente ela me dando as costas e saindo, mas logo após ouvir o barulho da porta se fechando eu caí de joelhos no chão. Foram alguns segundos de cabeça baixa, encarando a palma das minhas mãos, até que eu sentisse a primeira lágrima partindo em direção ao chão. Fiquei no mesmo lugar por um tempo que eu nunca soube dimensionar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-3556915577134927045?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/3556915577134927045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=3556915577134927045&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/3556915577134927045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/3556915577134927045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2010/03/remembering-sunday-part-01.html' title='Remembering Sunday (parte 01)'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-3525356450826804551</id><published>2009-12-15T18:28:00.004-02:00</published><updated>2009-12-15T18:50:10.614-02:00</updated><title type='text'>Síndrome de Peter Pan.</title><content type='html'>Eu acho que começou. Há dois anos ou mais eu já sabia que não ia ser nada agradável quando esse dia chegasse. E chegou. Hoje é a minha formatura da oitava série e isso está me dando náuseas.&lt;br /&gt;Parte de mim não gosta da idéia de mudar tudo e todos. Não que eu seja muito apegado às pessoas da minha (provavelmente antiga) escola - bem pelo contrário -, é só que eu já estou sentindo a minha caixinha das ilusões se enchendo de esperanças para o ano que vem, fazendo planos e sonhando. Isso não é bom. Não é bom porque talvez o ano de 2010 seja tão medíocre quanto todos os outros. Mas a gente tenta, né.&lt;br /&gt;Outro motivo que me faz ter calafrios é, hm, crescer. Nenhum portador da Síndrome de Peter Pan gosta disso. Sabe, é tipo, justamente o que a gente NÃO gosta.&lt;br /&gt;Eu poderia enumar várias razões sobre porquê crescer pode ser totalmente demais.  Mas na equação entre crescer e me ferrar e não crescer e continuar 'fodido' eu prefiro..Bom, eu não tenho que preferir, não é mesmo? Você simplesmente cresce e ninguém te pergunta se você quer ou não. Você cresce mesmo que&lt;span style="font-style: italic;"&gt; você&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;não&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;queira. Você cresce porque a vida vai te empurrando e te dando tapas na cara - bem sacana - até que você cresça, de fato. Até porque é impossível você sofrer com algo e depois não tentar a todo custo não repetir o mesmo erro para cair naquela dor. Ao menos que você seja masoquista (eu acabei de aprender a diferença entre Sadomasoquismo e Masoquismo), o que eu acredito que não exista além das fantasias sexuais.&lt;br /&gt;Mas então você vai, não tem jeito. Você vai para a sua formatura, é constragido por câmeras apontadas para você, fica angustiado por ver todas aquelas pessoas - que às vezes nem significavam nada para ti - indo embora, mas aí passa, você esquece. A vida te dá um tapa na cara de novo e você ri...Ou chora.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-3525356450826804551?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/3525356450826804551/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=3525356450826804551&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/3525356450826804551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/3525356450826804551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2009/12/sindrome-de-peter-pan.html' title='Síndrome de Peter Pan.'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-4470353919213984588</id><published>2009-11-06T23:22:00.003-02:00</published><updated>2010-03-08T21:00:11.924-03:00</updated><title type='text'>Amizade.</title><content type='html'>Eu gostaria mesmo de poder escrever propriamente de amizades, gostaria mesmo. Gostaria de poder dissertar por linhas a fio a respeito desse lindo sentimento etc etc. Mas eu não posso. Seja porque me falta idade, carga emocional, maturidade, tempero ou sentimento, eu simplesmente não posso. Não posso porque amizade é uma das muitas outras coisas na vida sobre as quais não tive tempo suficiente para gerar uma opinião concreta.&lt;br /&gt;Pulando as explicações direto para o real motivo do texto volto a amizade. Não é simplesmente...curioso os diferentes tipos de relação que levam o mesmo nome? Eu quero dizer, aquela pessoa que você não vive sem, aquela que é parte de você é seu amigo. Aquele que você pode ficar muitos meses sem falar mas quando retomam o contato é como se nada tivesse acontecido... É seu amigo. Aquele outro que fala com você todos os dias e também é seu amigo. Tão amigo quanto fora aquele que te esqueceu após passar uma brisa com cheiro de morango e então...Do que eu estava falando mesmo? Ah, claro - está certo, talvez não haja maldade nesses atos de esquecimento -, os esquecidinhos também são seus amigos - ou eram, tanto faz.  Tão amigos é o pai ou a mãe para aquela linda garota filha única. Amigos são também aqueles dois de infância. Dois homens de cabelo castanho - tão parecidos e tão diferentes - que brigaram no nos tempos pela bonitinha do segundo colegial. Igualmente amigas são as estrelas do pop que - segundo todos os sites de fofoca - brigaram e ficam se atacando via &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Twitter&lt;/span&gt;!&lt;br /&gt;Esse texto soa todo estranho, inconclusivo. A amizade não te soa da mesma forma? É toda complicada, impossível de se classificar tudo num só pacote,  afinal nem dentro de uma amizade as pessoas se amam da mesma forma! É tudo bagunçado.  Por exemplo, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;eu te amo mais que você me ama&lt;/span&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-4470353919213984588?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/4470353919213984588/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=4470353919213984588&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/4470353919213984588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/4470353919213984588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2009/11/amizade.html' title='Amizade.'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-7767866331980134019</id><published>2009-10-05T00:16:00.007-03:00</published><updated>2009-10-05T00:41:48.418-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='recalque'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='still-love-ya'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='broken-strings'/><title type='text'>falta amor.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_hwFUOffaXu0/SslnGfdBAfI/AAAAAAAAAF0/6x89GVIL4BY/s1600-h/falta+de+amor.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 165px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_hwFUOffaXu0/SslnGfdBAfI/AAAAAAAAAF0/6x89GVIL4BY/s320/falta+de+amor.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388951790345585138" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);"&gt;clique para ampliar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estava totalmente inclinado a ir me deitar agora, mas eu não sei por que das quantas fui parar no seu perfil do Orkut, e, por conseguinte no seu blog. Foi triste, muito triste.  Foi deplorável me ver fuxicando o máximo que pude a fim de achar um post sobre mim. Foi triste ver quanta coisa da sua vida eu perdi e isso é  para sempre.&lt;br /&gt;Roubaram uma das pessoas mais importantes da minha vida. Se eu odeio a pessoa que o fez? Talvez. Mas por incrível que pareça são motivos totalmente alheios a este fato. Eu sei, Laís, que isso tem uma grande parcela de culpa minha e sua também. Não só desse intruso  supracitado. Mas eu não terei piedade ao revelar que a maior parte da culpa é sua. Perdoe-me se acha isso falta de modéstia, arrogância, pretensão ou quaisquer sejam as impressões que possam camuflar essa minha teoria. O fato, penso eu, foi o destino. O destino te levou ao canalha que ocuparia o meu lugar no teu coração. Destino esse tão bondoso que nunca me trará de volta tal inocência acalentada que tu sempre me destes.&lt;br /&gt;Confesso que te odeio muitas vezes, e, gritando aos sete ventos o quão desprezível é sua companhia. Mas sinto sua falta, pequenina. Sinto sua falta de pensar cada passo que poderia estar do teu lado para o resto de nossas vidas. Sinto sua falta de ver que você sofre sinceramente e não só em uma de suas típicas manifestações adolescentes de histeria. Sinto falta da sua incoerência.  Por isso me ofendo, me desespero. Por você não sentir minha falta.&lt;br /&gt;É fato que talvez não déssemos certo mais mesmo. Pergunto-me se sua falta em me procurar deve-se ao fato de sua cabecinha estar tão cheia de nada.  Juro que eu mesmo queria poder ir te procurar, mas não dá mais. Fiz isso demasiadas vezes. E no final das contas, acho,  só eu fazia isso porque o interesse vinha só da minha parte. Talvez, de fato, tu nunca me amaste do jeito que eu deveria ser amado, honrando toda minha lealdade.&lt;br /&gt;Por último, me diga. Eu espero sinceramente que a resposta me traga um pouco de paz. Ainda há alguma esperança?&lt;br /&gt;Seu sempre etc.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-7767866331980134019?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/7767866331980134019/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=7767866331980134019&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/7767866331980134019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/7767866331980134019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2009/10/falta-amor.html' title='falta amor.'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_hwFUOffaXu0/SslnGfdBAfI/AAAAAAAAAF0/6x89GVIL4BY/s72-c/falta+de+amor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-971504102850348220</id><published>2009-09-16T23:41:00.001-03:00</published><updated>2009-09-25T20:17:43.722-03:00</updated><title type='text'>O Encontro.</title><content type='html'>Ok Rafael. Pense. O que você sente por ela? Ok, nós...Eu sei. Estranho falar de mim mesmo na terceira pesssoa... O fato é que eu sei com toda a certeza o que sinto pela Luísa. Só gostaria de ter certeza sobre como botar isso em palavras.&lt;br /&gt;Dizer que eu a amo é suficiente? Dizer que ela literalmente me fez dar outro sentido à palavra amor? Me fez enxergá-la muito além do que uma palavra mas um sentimento maravilhoso e confortante? Tão confortante quanto sua presença?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você me cativou desde a primeira vez que a vi sentada na mesa daquela boate. A melhor e mais cara boate do Rio de Janeiro. Quem mais vai à ela para nada fazer? Quem mais, além de mim, vai uma boate para não dançar?&lt;br /&gt;-Oi gata – eu me sentei ao seu lado na mesa vazia.&lt;br /&gt;-Eu não vou te beijar.&lt;br /&gt;-Nem eu – ri, divertido.&lt;br /&gt;-Como? &lt;br /&gt;Ela se virou e eu pude enxergar primeiro um par de olhos que cintilavam um verde escuro mesmo naquela escuridão. E seus cabelos? Eu que sempre achei que anjos fossem loiros, cabelos enroladinhos de olhos azuis estava começando a considerar uma imagem mais moderna... Olhos verdes e cabelos castanhos. Tão angelical!&lt;br /&gt;-Não é isso! É só que, er... Bem, se você me quiser e... Quero dizer, é que eu não sou desse tipo, mas eu...É...– Que olhos eram aqueles! Dizer que eram hipnóticos seria um baita eufemismo. - Erm, quer um &lt;span style="font-style:italic;"&gt;drink&lt;/span&gt;? – Não sabia quanto a você, mas eu precisava de álcool e de muito.&lt;br /&gt;-Te confundi?&lt;br /&gt;Eu respondi afirmativamente com a cabeça quando você me apresentou para o sorriso que eu iria considerar o mais bonito do mundo no próximo ano. O mesmo sorriso abobalhado e involuntário que eu sempre adorei te causar.&lt;br /&gt;-Seu nome é?&lt;br /&gt;-É...Ah, meu nome, né? Certo. É Rafael. Você...?&lt;br /&gt;-Luísa.&lt;br /&gt;-Bom, Luísa, eu vou lá buscar o seu &lt;span style="font-style:italic;"&gt;drink&lt;/span&gt;, posso?&lt;br /&gt;-Vai lá! Quem sabe eu até tomo, hein? – Fiquei um pouco preocupado com a resposta, mas percebi o tom de brincadeira quando você sorriu de novo. Sempre o sorriso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltei pouco depois com dois copos e no mesmo tempo chegaram três casais.&lt;br /&gt;-Er, Rafael? Essas são minhas amigas e...&lt;br /&gt;-E os meus amigos. – Nós nos olhamos e começamos a gargalhar.&lt;br /&gt;-O que foi? – Leonardo era loiro, não muito alto e abraçava uma garota de estatura média. Seus cabelos negros caídos sobre os ombros&lt;br /&gt;-Bom, Rafael. Essa é a Lavínia.  – O anjo parou de rir e me disse. Eu relutava em acreditar que estava mesmo falando comigo. Era tão bom isso.&lt;br /&gt;-E o meu amigo, Léo. – Todos os outros nos olhavam, assustados. Acho que já tínhamos uma conexão e eles perceberam.&lt;br /&gt;Passei os olhos para o lado a tempo de ver Diogo. O magrelo com cara de colírio da Capricho, abraçando uma garota tão magra quanto ele. Loirinha com o cabelo encaracolado me lembrava a Taylor Swift.&lt;br /&gt;-Essa é a Giovana.&lt;br /&gt;-E o Diogo. &lt;br /&gt;-Espera, por que vocês tão fazendo isso?! Rafael, er, ela é sua... Amiga? – A voz vinha do terceiro casal.&lt;br /&gt;-Sou – O anjo me fez suspirar, mas, ao mesmo tempo, um pouco chateado com o termo “amiga”.&lt;br /&gt;-Desde quando você conhece esse garoto, Luísa?! – A terceira garota parecia um pouco mais... Agressiva. Tinha os cabelos de um vermelho escuro num corte apontando para todos os lados.&lt;br /&gt;-Andressa, esse é meu amigo Rafael. Nós acabamos de nos conhecer.&lt;br /&gt;-E...Luísa, – seria horrível se eu tivesse esquecido seu nome – esse aqui é o meu amigo Marcelo.  – Eu disse apontando para ele. Um pouco mais velho do que os outros, mas não menos popular entre as mulheres. Eu sempre odiei meus amigos. Sempre me senti um lixo perto deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi assim que Luísa e Rafael se conheceram. Foi assim que eu e você nos conhecemos. E foi assim que nós nascemos.&lt;br /&gt;Mas me diz, o que te fez apaixonar por mim? Foi o exagero na bebida alcoólica azul e super forte - que até hoje eu não sei o que era? Vai saber...&lt;br /&gt;O fato é que passado algum tempo éramos eu e você. Viramos nós. Nós acabamos e eu quis sinceramente acabar com você. Eu e você sobrevivemos. O que é realmente muito raro quando nós acaba. Mas eu e você continuamos fortes, e suportando um ao outro para tudo voltar como era antes. Confesso que ficamos melhores separados do que juntos. Mas, sinceramente? Eu não mudaria nada na nossa história. Nada mesmo. Sou grato por tudo que aconteceu e até mesmo por ter terminado. Sou grato por ter te conhecido e grato por poder te apoiar sempre que você precisar.&lt;br /&gt;Eu te amo, Luísa. Te amava antes mesmo de você não me amar. E mesmo que não te ame mais como namorado, ou um &lt;span style="font-style:italic;"&gt;friend with benefits&lt;/span&gt;, continuo te amando. Por tudo que você faz por mim, por todos os momentos que pudemos compartilhar nesse último ano e te amo por todos os próximos anos que puder passar ao seu lado. Eu te amo porque sou seu amigo e pretendo continuar sendo até quando você permitir. &lt;br /&gt;E que eu possa continuar sendo seu "irmão gêmeo/cara-metade/outro lado de você ou outra coisa assim" por muito tempo. Porque eu sempre vou ser seu "refúgio. Sentir sua tristeza e te fazer sorrir involuntariamente com um abraço meu daqueles que você nunca quer soltar”.&lt;br /&gt;Feliz aniversário, Luísa. ♥&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;De Rafael.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-971504102850348220?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/971504102850348220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=971504102850348220&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/971504102850348220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/971504102850348220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2009/09/o-encontro.html' title='O Encontro.'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-910245961240685036</id><published>2009-09-16T23:36:00.006-03:00</published><updated>2009-09-20T16:28:24.912-03:00</updated><title type='text'>A festa.</title><content type='html'>Entramos todos falando na padaria. Sabe quando um grupo de pessoas chama a atenção pela euforia, as risadas...?&lt;br /&gt;-Moooooooça – eu disse para a atendente, virado de costas para e ela.&lt;br /&gt;-Renan.&lt;br /&gt;-Não, espera, eu tenho que pedir o aaaaaaaaaaaaaaaaah... – bocejei.&lt;br /&gt;-Renan.&lt;br /&gt;-Espera aí, Thaís!&lt;br /&gt;-Renan, você está virado de costas!&lt;br /&gt;-Hã? – Eu abri o olho, vendo que na verdade estava de frente para ela e de costas para o balcão. – É o sono, me desculpem... &lt;br /&gt;Dei outro bocejo e me virei para o lado certo. Uma garota com os cabelos castanhos lisíssimos ria-se de mim do outro lado.&lt;br /&gt;-Oi...Brunna. – Li seu nome no crachá. -  Você vem sempre aqui, gatinha? – Disse molenga arqueando as sobrancelhas.&lt;br /&gt;-Ah, sai da frente! - Thaís disse me empurrando. – Moça, a gente vai querer... Vai querer... Hm... Manoela? Uma ajuda aqui?&lt;br /&gt;-Ai Jesus, vocês são muito enrolados! – Manu riu balançando negativamente a cabeça&lt;br /&gt; -Vem aqui, Renan.  – Thaís me arrastou para uma cadeira e me fez deitar em seu colo. Eu estava realmente abatido pelo sono.&lt;br /&gt;-A Natasha só dá trabalho, meu – eu falei, mole. – Estou super cansado, tive uma semana chata aí no sábado ter que acordar cedo para vir na padaria e fazer uma festa surpresa para ela e... – Sabe quando o sono é tão grande que você não percebe nem quando começa ou para de falar?&lt;br /&gt;-Olha, pelo menos você não passou a semana estudando e fazendo inscrições para o vestibular, amigo. – Yuri falou pela primeira vez em algum tempo.&lt;br /&gt;-FATÃO! – Eu finalmente despertei com a gargalhada da Thaís.&lt;br /&gt;-Espera, a Manu tá demorando muito...Cadê ela?&lt;br /&gt;-NOSSA, BRUNNA, EU LEEEEEEEEMBRO, MEU! – Era impossível não reconhecer aquela risada escalafobética.&lt;br /&gt;-Eu busco ela. – pouco depois ele voltava com um bolo nos braços e uma menina bem menor que carregava o que deveriam ser os salgadinhos. Eu ri do contraste da altura entre os dois.&lt;br /&gt;-Mano, eu estudei com aquela guria no colégio! – Ela disse como se já tivessem passado 50 desde que terminou a escola, e não só cinco.&lt;br /&gt;-Ok, agora nós precisamos entrar na casa da Nathie e levar as coisas, e tudo isso sem ela ouvir. – Yuri disse e nós fomos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Fica quieto, Yuri! – Thaís sussurrou o mais escandaloso que pôde.&lt;br /&gt;-Gente, calem todos a boca. Eu vou contar até três e a gente abre a porta, ok? Um... Dois... Três!... Gente?&lt;br /&gt;-Oi? – Respondi pelos outros.&lt;br /&gt;-Vocês já podem abrir a porta, sabe...&lt;br /&gt;-Ah... – Thaís disse por fim, parecendo distante.&lt;br /&gt;-Ah, porra. Vai!&lt;br /&gt;Yuri chutou a porta e nós estramos.&lt;br /&gt;-FELIZ ANIVERSÁÁÁÁÁRIOOOOOO! – Entoamos juntos, em coro.&lt;br /&gt;-AH MEU DEUS DO CÉU SOCORROOOOOOOOOOO! - Vimos uma menina dar um pulo na cama enquanto berrava. A gargalhada foi tão intensa que Yuri quase derrubou o bolo.&lt;br /&gt;-Seus idiotas! – Natasha espumava de raiva.&lt;br /&gt;- Mas Nathie! A gente te faz uma surpresa linda e você ainda reclama? – Eu era o único que tinha fôlego para duas frases inteiras.&lt;br /&gt;-Não é isso! Eu estou feliz, obrigada... Eu acho. Pelo menos eu vou ficar feliz quando meu coração voltar a bater. Mas quem foi o idiota que chutou a porta?!&lt;br /&gt;Yuri deu uma risada mais alta ainda que parecia sufocar. Essa foi toda a resposta que ela precisou. Pegou uma roupa para pôr no lugar do pijama e entrou no banheiro.&lt;br /&gt;- Eu já volto – fechando a porta, revirando os olhos e com a certeza de que a risada continuaria quando ela voltasse.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-910245961240685036?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/910245961240685036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=910245961240685036&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/910245961240685036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/910245961240685036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2009/09/festa.html' title='A festa.'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-6357767285938635845</id><published>2009-05-01T04:21:00.005-03:00</published><updated>2010-03-08T21:10:06.238-03:00</updated><title type='text'>You gotta live to party, so do it well!</title><content type='html'>Esse tipo de coisa deprime, na moraaaaaaaaal! Eu que deveria estar dando conselhos à esse moleque, eu sou...mais velho. Não, é tipo: 'me explica detalhadamente, caramba! Eu não sei como é, desculpa'.&lt;br /&gt;Não estou de brincadeira. Escrever sobre isso me fez repensar e bláblá, mas eu não quero ficar down! É só que eu tenho que cair na real de que isso é uma escolha minha. E cá para nós: ainda bem que eu escolhi esse 'caminho'! Se eu tivesse escolhido sair por aí como um adolescente dominado pelos seus hormônios (euri) eu iria me frustar. Fala sério, eu não tenho &lt;span style="font-style: italic;"&gt;aparência&lt;/span&gt; suficiente para isso. Sério, sou feião. E não é de graça nem de querer me auto-ofender: olha para minha face que já fica explícito como eu sou.&lt;br /&gt;E olha, que mais dizer? Às vezes eu pareço tãão superficial mesmo sendo assim como sou.&lt;br /&gt;Olha, como seria se eu fosse à festas assim? Ok, probably it's not a big deal. Eu provavelmente frequento esse tipo de festa que ele lá do início do texto foi mas...é diferente. A festa está dentro de você.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);"&gt;You gotta live to party, so do it well!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Você festeja sozinho, em...fases. Olha, cada um dita o seu ritmo e sabe o seu jeito de ver a vida e tudo o mais, não adianta impôr. Me preocupa se algumas pessoas realmente não nasceram para serem felizes. Não falo de mim, porque seria patético até para mim dizer uma coisa dessas, mas eu conheço casos em que, bem, eu não consigo ver muita saída para a pessoa festejar bem. ;x Talvez seja um caso daqueles raros em que a pessoa nem festeja. Em que a pessoa faz como eu, e se arrepende quando chega na porta do local. Então pensa 'o que eu estou fazendo aqui?! Eu devia ir para casa!' Mas você nunca vai embora de fato, só entra. Só que antes de entrar tem a dúvida, você pensa por alguns segundos. E talvez essas pessoas supracitadas gastem tempo demais nesses segundos de dúvida e quando dão por si a festa já acabou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;It's so sore&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;My relationship's over&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;I'm lost without a cause&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;I wonder why&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;She strung me up and left me hanging out to dry&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tell the guys...the party's over.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/file/65801969/b11565f0/Son_Of_Dork_-_Partys_Over.html?s=1"&gt;Son Of Dork - Party's Over &lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-6357767285938635845?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/6357767285938635845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=6357767285938635845&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/6357767285938635845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/6357767285938635845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2009/05/you-gotta-live-to-party-so-do-it-well.html' title='You gotta live to party, so do it well!'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-3308031499047338524</id><published>2009-03-08T00:00:00.007-03:00</published><updated>2010-03-08T21:05:20.802-03:00</updated><title type='text'>I never wanted everything to end this way.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; But you can take the bluest sky and turn it grey&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; I swore to you that I would do my best to change&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; But you said it don't matter&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/file/91776151/693e8f7a/McFLY_-_POV.html?s=1"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;McFly - POV&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre soube que nada é para sempre, mas há um ano não acredito mais nesse mantra.&lt;br /&gt;Apesar de tudo eu sei que algumas coisas tem de acabar, mas às vezes é ou foi tão bom que é irresistível não se apegar a cada pedacinho de memória daquele belo conto. Eu não quero me descolar de muitas coisas na minha vida, de muitas pessoas. Eu não estou preparado para perder ninguém, muito menos quem eu sei que eu já perdi, pois mesmo uma planta morta deixa um buraco ao ser arrancada. E os buracos da minha vida poucas vezes foram preenchidos com mais vida.&lt;br /&gt;Realmente eu demorei para desistir. Hey, eu desisto das coisas muito facilmente. Se eu fiquei aqui, se eu segurei sua mão foi porque eu gosto de você. Ainda agora, depois do fim.&lt;br /&gt;Eu só cansei. Cansei de bater com a cabeça na parede, cansei de tentar entrar no seu mundo, cansei. Sabe que quando eu te abracei foi ótimo te sentir, você parecia tão fraquinha, pequena. Foi ótimo. Sério, não consigo descrever de outra maneira.&lt;br /&gt;Mas sabe, eu acho que infelizmente não dá mais. Eu choro, você chora por não entender. Vai me odiar, e vai me castigar já que eu não consigo ir mais. Vá, me deixe aqui, eu tô bem.  Me leve contigo que você sempre estará comigo. Parte da minha vida, me fez feliz, Laís.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-3308031499047338524?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/3308031499047338524/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=3308031499047338524&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/3308031499047338524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/3308031499047338524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2009/03/sempre-soube-que-nada-e-para-sempre-mas.html' title='I never wanted everything to end this way.'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-3401070014921814359</id><published>2009-01-30T23:59:00.002-02:00</published><updated>2009-01-31T00:14:52.313-02:00</updated><title type='text'>Textos curtos, incompletos e impostados.</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;.dream.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Não era um dia nem quente nem frio, um típico dia de outono. Mas os garotos trajavam casacos. Um garoto, e uma garota. Caminhavam distraidamente. Nem sabiam onde estavam indo de fato, e o porquê estavam nesse fim de mundo. Fim de cidade, fim mesmo. Se você estivesse de carro até seria um pouco perto da rodovia. Mas aquele trecho era bastante urbano de fato.&lt;br /&gt;-Ah, eu quero milk-shake ovomaltine! - deixando definitivamente a  universidade para trás, enquanto atravessavam a rua.&lt;br /&gt;-Ah, eu também quero então -  dando um sorriso leve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Sabe o que seria legal, Gê? -  Após um gole, já com a bebida em mãos.&lt;br /&gt;-O que?&lt;br /&gt;-Seria legal se isso fosse de verdade...&lt;br /&gt;-Hã? -  Era explícito o fato de que Thaís não o estava entendo.&lt;br /&gt;-É ué, a gente tá sonhando -  ele disse fazendo a garota se engasgar com a calda de morango.&lt;br /&gt;-Você tá louco, Renan?! -  ela tentava se recompor enquanto limpava a boca com a mão.&lt;br /&gt;-É, Thaís...Me diz: você se lembra de ter acordado hoje? Se lembra de ter vindo pra Assis? Se lembra de como chegamos aqui, à um quarteirão da UNESP? E por último: se lembra do nosso primeiro abraço?&lt;br /&gt;A pequena pensou um pouco e se assustou com o fato de não conseguir se lembrar de nenhuma das ocasiões citadas pelo garoto. De fato era um sonho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;.nicholas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Levantei do meu banco e caminhei em direção a ela, estava realmente cansado de frescuras. Então me aproximei, ela estava conversando com uns amigos. A virei com a maior brutalidade que consegui reunir e a beijei. De inico ela tentou se afastar, mas minha mão já estava devidamente posicionada em suas costas, então o máximo que conseguira foi ficar na ponta de seu all star branco, enquanto eu avançava.&lt;br /&gt;Foi então que algo estranho aconteceu: os ah's e oh's de seus amigos mimados, e chocados com a minha atitude desapareceram. Em coro, começaram a cantar uma estranha e escandalosa música latina. Era algo como: "Yo necessito te olar, bee". Mas eu sempre fui D- em espanhol, então não sei...&lt;br /&gt;Segundos depois eu estava assustado em cima da minha cama, ofegante.&lt;br /&gt;Me irritei. Poxa, só acontece essas coisas em sonho! Calei meu celular, que ainda berrava a música latina - é a única escandalosa o suficiente para me fazer acordar -, e olhei o horário: 10 horas. Decidi levantar antes que minha mãe acordasse. Eu tinha certeza que ela tomaria o fato de eu estar deitado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;ainda&lt;/span&gt; como um ótimo argumento para me importunar.&lt;br /&gt;Vesti um jeans , meu all star, e um casaco para suportar o frio que me assombava mesmo dentro do meu quarto.&lt;br /&gt;Bati minha franja e saltei para a soleira de casa. Congelei.  Fiquei maravilhado, e por alguns segundos contemplei a neve que caíra sem aviso prévio cobrindo cada pequeno espacinho como...açúcar. Meu extâse foi interrompido:&lt;br /&gt;- Nick emo! - sorri em resposta a James, que passava de bicicleta, abrindo caminho sobre o gelo. Doía ter que fazer minhas cordais vocais vibrarem em resposta. Doía.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-3401070014921814359?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/3401070014921814359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=3401070014921814359&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/3401070014921814359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/3401070014921814359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2009/01/textos-curtos-incompletos-e-impostados.html' title='Textos curtos, incompletos e impostados.'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-4932663191575930350</id><published>2008-12-11T15:50:00.006-02:00</published><updated>2008-12-12T15:53:55.924-02:00</updated><title type='text'>'just take a breath.</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Life isn't suffocating&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Air isn't overrated (8)&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Respira, respira...Tudo bem, eu já estou melhor. Espera, telefone tocando...Maldito cobrador. Eu não vou te pagar. Vamos então ao meu relato:&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Eu corria. Andava, na verdade. Estava difícil de respirar, parecia que um elefante estava sentado sob meu peito. Mas mesmo com o ar escasso nos meus pulmões os meus pés não deixavam de se movimentar vorazmente àquele pavimento debilitado.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Eu tinha que ser mais normal ás vezes...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;***&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Meus passos eram tão rápidos que eu parecia estar fugindo. De algo. De alguém. Não, não de você. Meu estômago pesava como se eu tivesse comido cimento. Diminuí o passo, mas mesmo assim não parei. Tinha impressão que ia pôr todo meu almoço para fora. Alarme falso, era só meu coração tentando fugir de mim. Azar dele. Ele é biologicamente dependente de mim. Mas também, só assim para alguém não me escapar por entre os dedos&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;***&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Eu ainda corria, e uma dor se espalhava por todo o meu corpo. Era como se tivesse feito trabalho braçal por uma semana. O que não aconteceu, caso você considere lavar algumas cuecas no sábado um grande esforço físico.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Meus braços pesavam, eu tinha a sensação de que qualquer hora eles cairiam. O ar me fugia, os braços me pesavam, meu estômago embrulhava, e eu andava.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;***&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Tinha certeza que minha expressão naquele momento não era das mais agradáveis. Uma mistura de pânico, dor e angústia às duas horas da tarde. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O sol não era muito cruel, mas eu suava em bicas. O ar me fugia, o suor escorria, os braços já não me pesavam, meu estômago embrulhava, e eu andava.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;***&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Andava tão rápido que dava a nítida impressão de uma fuga. Apesar de meu corpo não cooperar eu tinha que ir logo para minha zona de conforto. Eu...era diferente. De repente pareceu que o oxigênio teve uma pequena compaixão por mim. No ímpeto de absorvê-lo me atrapalhei. Ele percebeu, e fugiu mais uma vez. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;***&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Agora eu chorava ao perceber o quanto de chão ainda me faltava para chegar em casa. Não sei se eu merecia passar por tudo aquilo mas...Um ódio tremendo tomou conta do meu ser. Eu me odiava, era um fato. Cada pedacinho idiota do meu corpo. E acima de tudo meu coração que teimava em me apertar contra uma parede invisível, tirando todo meu ar. O ar me fugia, meu coração ria, meu estômago não mais embrulhava, as lágrimas escorriam,  e eu andava.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;***&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;Alguns anos se passaram. O ar continua me fugindo, meu coração continuando debochando-me. Minhas lágrimas continuam aqui, mas em menor número. Eu continuo andando.  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-4932663191575930350?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/4932663191575930350/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=4932663191575930350&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/4932663191575930350'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/4932663191575930350'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2008/12/just-take-breath_85.html' title='&apos;just take a breath.'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-1187805570209378640</id><published>2008-11-25T21:39:00.004-02:00</published><updated>2008-11-25T21:52:55.405-02:00</updated><title type='text'>Estranho.</title><content type='html'>Estou me sentindo estranho. É, estranho.&lt;br /&gt;Talvez primaveril...Não. De fato estou me sentindo um pouco dezembral. Ferial (neologismo, hey there). Dezembro, férias...Ah, vida.&lt;br /&gt;Tenho motivões que me incentivam a continuar  de olhos abertos (OITHAÍS). Mas eu gosto de Assis, hey! Não se decepcionem nem me batam assisenses, okok.&lt;br /&gt;Essas férias bem que podiam ser...diferentes. Não sei, queria sair, respirar.  Conhecer a Kate ou comer cerejas na beira do Sena. Ok, a inverno já passou mas um chá seria bom (não todo dia, pelamor!). Esqueci alguma estação? Hm, já tive muito de outono depois de julho, obrigado. Não tão dedicado as atividades acadêmicas, risos.&lt;br /&gt;De fato sair para&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; tomar sorvete&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;rir é legal, livros são legais...God, por que estou falando disso?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Eu só não quero...Hibernar, invernar...Não de novo, sabe. Já tem sido assim há algum tempo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Daqui à exatamente um mês é o Natal (R). Adoro, sempre ganho presentes, me reuno com meus primos legais e super maneiros, é lindo. Todo mundo numa cidade legal, rindo até altas horas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Onde eu estava mesmo? As férias, né? Ah, minhas férias...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-1187805570209378640?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/1187805570209378640/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=1187805570209378640&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/1187805570209378640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/1187805570209378640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2008/11/estranho.html' title='Estranho.'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-1170105037513518279</id><published>2008-10-07T20:36:00.003-03:00</published><updated>2008-10-07T20:41:47.024-03:00</updated><title type='text'>...e agora Renan?</title><content type='html'>E agora, Renan?&lt;br /&gt;A festa acabou,&lt;br /&gt;a luz apagou,&lt;br /&gt;o povo sumiu,&lt;br /&gt;a noite esfriou,&lt;br /&gt;e agora Renan?&lt;br /&gt;e agora você?&lt;br /&gt;você que é sem visão,&lt;br /&gt;mas que que olha os outros, (você não quer enxergar, confesse)&lt;br /&gt;você que faz versos,&lt;br /&gt;que ama, regressa?&lt;br /&gt;e agora, Renan?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está sem estrelas,&lt;br /&gt;está sem fôlego,&lt;br /&gt;está sem caminho.&lt;br /&gt;Já não pode tentar,&lt;br /&gt;já não pode sorrir,&lt;br /&gt;o sonho te enjoa.&lt;br /&gt;(cadê o princípe louro?)&lt;br /&gt;a noite esfriou,&lt;br /&gt;o dia não veio,&lt;br /&gt;o bonde não veio,&lt;br /&gt;o riso não veio,&lt;br /&gt;não veio a utopia&lt;br /&gt;e tudo acabou&lt;br /&gt;e tudo fugiu (e fogem)&lt;br /&gt;de ti,&lt;br /&gt;saia da minha frente, Renan!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me diga, Renan?&lt;br /&gt;sua doce ternura,&lt;br /&gt;sua divina arrogância...&lt;br /&gt;Cadê? Me diga, me mostre!&lt;br /&gt;Sua gula e jejum,&lt;br /&gt;sua biblioteca,&lt;br /&gt;seu amor, seu ódio,&lt;br /&gt;sua incoerência,&lt;br /&gt;seu grito-e agora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a chave na mão,&lt;br /&gt;quer abrir a porta,&lt;br /&gt;não existe porta;&lt;br /&gt;já não existe ninguém.&lt;br /&gt;O quarto vazio, e você?&lt;br /&gt;quer morrer no mar, que chorar um mar;&lt;br /&gt;mas o mar secou e suas lágrimas não saem.&lt;br /&gt;Então tentas inutilmente se afogar em sons embaixo da coberta.&lt;br /&gt;Querias ir para o Rio,&lt;br /&gt;Rio não há mais.&lt;br /&gt;Renan, e agora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você gritasse,&lt;br /&gt;se você gemesse,&lt;br /&gt;se você tocasse&lt;br /&gt;aqueles pops tão adorados,&lt;br /&gt;se você dormisse,&lt;br /&gt;se você cansasse (e você cansa),&lt;br /&gt;se você levantasse...&lt;br /&gt;sabes que talvez seja fácil&lt;br /&gt;ah, se algo fosse fácil pra ti...&lt;br /&gt;Mas nunca é,&lt;br /&gt;é duro, Renan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sozinho no escuro&lt;br /&gt;qual raposa é tão fraca?,&lt;br /&gt;Sem o apoio,&lt;br /&gt;(sem a maquiagem)&lt;br /&gt;para se encostar,&lt;br /&gt;pois bem, que fujas a estalos&lt;br /&gt;estridente e veloz,&lt;br /&gt;você voa, Renan!&lt;br /&gt;Renan, para onde?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;a href="http://www.eeagorajose.kit.net/estilos/eagorajose.htm"&gt;http://www.eeagorajose.kit.net/estilos/eagorajose.htm&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-1170105037513518279?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/1170105037513518279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=1170105037513518279&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/1170105037513518279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/1170105037513518279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2008/10/e-agora-renan.html' title='...e agora Renan?'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-4165798014377420984</id><published>2008-09-27T22:20:00.004-03:00</published><updated>2008-10-27T13:36:51.191-02:00</updated><title type='text'>Canal 5</title><content type='html'>Andavam os dois. Lado a lado, distraídos.&lt;br /&gt;- Dá um gole aí – pedia o garoto, tirando um dos fones do ouvido.&lt;br /&gt;- Acabou! – Ela toma rapidamente o último gole de seu suco de goiaba&lt;br /&gt;Eles iam apressados pelo Canal 5 em direção ao mar, como se o mesmo fosse desaparecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bela, você acredita em amor – tirando novamente o fone do ouvido e preparando-se para atravessar a rua em direção ao calçadão.&lt;br /&gt;- Como? - A garota estranhou a pergunta, já que Rafael não era do tipo sentimental.&lt;br /&gt;- Amor, estrelas, cupido, corações. Suspiros, corações, sorrisos, apelidos retardados e declarações vazias. Você sabe, todo esse homossexualismo.&lt;br /&gt;Ela riu. Um riso gostoso.&lt;br /&gt;- Sei lá, Rafa. Às vezes sim. Nunca senti nada disso - mentiu. -  Por que a pergunta? Ah, a propósito: você repetiu a palavra "corações" duas vezes.&lt;br /&gt;- Gosto de saber o que se passa na cabeça das pessoas...&lt;br /&gt;- "Suspiros, corações, sorrisos, apelidos retardados e declarações". Mas você já esteve assim. - Doía aos dois lembrar disso. - Me diz, é real? - eles agora já se sentavam em um banco de frente para o mar.&lt;br /&gt;- Atirei um limão n’água, como faço todo ano. Senti que os peixes diziam: todo amor vive de engano - recitou.&lt;br /&gt;- Como?&lt;br /&gt;- Drummond, pequena.&lt;br /&gt;- Odeio seus surtos poéticos! Me sinto tão inferior... - seu tom de voz diminui até um longo suspiro.&lt;br /&gt;- Esquenta não, Jesus ainda te ama - ela riu de novo. - E eu também - falava calmamente enquanto se deixava escorregar no banco, até ficar da altura da menina, e encostando a cabeça em seu ombro.&lt;br /&gt;Isabela foi ao céu e voltou - ou pelo menos tentou voltar -. Quis dizer que também o amava, que sempre o amou. Quis gritar e lhe dar um beijo. Talvez fosse para sempre amar aquele garoto de cabelos lisos,  curtos, e de uma pele mais branca já existente em toda Santos. Talvez fosse ser sempre a sua pequena. A amiga-irmã de dezessete anos, dois anos mais nova que ele. A dos cabelos claros e avermelhados e de olhar vago. Existiam muitos talvez a redor de tudo, mas ela não ligava naquela hora.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-4165798014377420984?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/4165798014377420984/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=4165798014377420984&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/4165798014377420984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/4165798014377420984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2008/09/canal-5.html' title='Canal 5'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-8522356001764375082</id><published>2008-09-19T22:41:00.005-03:00</published><updated>2010-03-08T21:12:54.617-03:00</updated><title type='text'>Carta à uma pessoa querida.</title><content type='html'>Rio de Janeiro, 17 de setembro de 2003&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manoela,&lt;br /&gt;erm...Oi. Eu escrevi e apaguei zilhões de vezes o começo desta carta. É que eu simplesmente não sabia (sei?) o que dizer.&lt;br /&gt;Talvez começar com um "&lt;a href="http://www.4shared.com/file/58276751/ff4932e7/Jonas_Brothers_-_Hello_Beautif.html?s=1"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;oi linda&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;", mas não. Efusivo demais pra mim. Você acima de qualquer outra pessoa sabe que esse não sou eu.&lt;br /&gt;Às vezes penso se não nasci no lugar errado. Sou um sulista preso nesse inferno (esses dias deu 41 graus!) chamado Rio de Janeiro.  Fala sério, de carioca eu só tenho o sotaque! Que eu, a propósito, tento a todo custo camuflar.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Como vão as coisas? Ouvi dizer que é maravilhoso na California&lt;/span&gt;. Eu queria tanto estar no seu lugar! Não, melhor: estar &lt;span style="font-style: italic;"&gt;com&lt;/span&gt; você. Porque bá, você merece tudo isso.&lt;br /&gt;Tem vezes que penso no quanto essa viagem lhe foi conveniente. Depois do que passou, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;você tem todo o direito de querer esquecer tudo e todos&lt;/span&gt;. Só espero que você não me esqueça...Tá bem, você não vai.&lt;br /&gt;É, acho que é só. Não pretendo gastar mais o seu tempo com as minhas desimportantes palavras. Portanto adeus. Não, adeus não. Que tal um "até mais"? &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Volte rápido&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Gustavo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Aula de Português 17/09/08 Redação&lt;br /&gt;-Resposta à carta de uma pessoa querida: &lt;a href="http://caradepanela.wordpress.com/2008/09/20/resposta-a-carta-de-uma-pessoa-querida/"&gt;http://caradepanela.wordpress.com/2008/09/20/resposta-a-carta-de-uma-pessoa-querida/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-8522356001764375082?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/8522356001764375082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=8522356001764375082&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/8522356001764375082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/8522356001764375082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2008/09/aula-de-portugus-170908-redao-tema_19.html' title='Carta à uma pessoa querida.'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-1617517475054369021</id><published>2008-09-18T22:51:00.001-03:00</published><updated>2008-09-18T22:53:31.889-03:00</updated><title type='text'>hein?</title><content type='html'>maldito, dito&lt;br /&gt;não dito, não disse&lt;br /&gt;disse &lt;span style="font-style: italic;"&gt;remix&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;e onde já se viu o mar apaixonado por uma menina&lt;/span&gt;;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-1617517475054369021?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/1617517475054369021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=1617517475054369021&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/1617517475054369021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/1617517475054369021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2008/09/hein.html' title='hein?'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-5350006510346840869</id><published>2008-08-24T20:31:00.001-03:00</published><updated>2008-10-27T13:49:49.350-02:00</updated><title type='text'>*.txt</title><content type='html'>Eu nunca tive certeza de como foi que eu acordei naquele dia. Mas o fato é que logo depois de fazê-lo eu adormeci de novo. Dormi e me senti tão...tão...leve. Mas parece que foi questão de segundos para eu abrir meus olhos de novo após tê-los cerrado.&lt;br /&gt;Deslizei até a cozinha e sentei-me na mesa do café. É incrível como todo o amor flui para fora de meu corpo após recobrar a consciência totalmente depois de uma noite de sono.&lt;br /&gt;Já passavam-se das duas da tarde, mas isso não importava naquela casa louca. Tomei meu café sem dar direito à ninguém uma palavra sequer saída de minha boca. Só olhava para meu copo de leite que foi se esvaziando, depois se enchendo, e esvaziando-se novamente. Enquanto isso eu comia meio pote daquelas bolachas rosquinhas.&lt;br /&gt;Após isso não me lembro de novo muito bem do acontecido: eu estava no meu computador enquanto escutava músicas pop-teen fabricadas; de repente me vi à frente de uma panela com uma substância branca e cremosa. O cheiro me intorpecia. Mais um flash e eu senti o gosto do purê de batatas em minha boca enquanto meus pais de novo apareceram à minha frente, numa mesa.&lt;br /&gt;-E ela? - Minha mãe tinha o dom de fazer perguntas desastrosas.&lt;br /&gt;-Tá bem - menti.&lt;br /&gt;Ah Jesus, como isso doeu! Não estava nada bem. Tudo tinha evaporado. Escorrido por entre meus dedos, meus dentes. Num piscar de olhos.&lt;br /&gt;E mais uma vez tudo ficou turvo. Me encontrava deitado com um par de fones no ouvido. O lugar era o meu quarto e estava tudo completamente escuro. Exceto por uma luz forte emitida por meu celular. Quem já tentou por e-books no telefone?&lt;br /&gt;"Anna Cabot Percy estava livre. FIM" Droga! Não podia ter acabado assim. Aquilo tudo tava tão...lindo (capenga).&lt;br /&gt;Senti vontade de escrever para a autora. Senti vontade de marchar até a porta de seu pequeno apartamento em Manhattan, tirar aquela besta da frente daquele estúpido laptop e dizer: "Eu preciso estar do lado da Anna por mais tempo, sua estúpida!" Tá, impossível.&lt;br /&gt;Caminhei até a janela. Recostei a cabeça no vidro frio enquanto afastava de leve a persiana: tinha anoitecido naquele dia estranho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-5350006510346840869?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/5350006510346840869/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=5350006510346840869&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/5350006510346840869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/5350006510346840869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2008/08/txt.html' title='*.txt'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-7536555418305422791</id><published>2008-08-07T22:29:00.003-03:00</published><updated>2008-08-19T21:07:19.165-03:00</updated><title type='text'>I Found a Away</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Hey, I'm looking up for my star girl&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; I guess I'm stuck in this mad world &lt;/span&gt;(&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;8&lt;/span&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Foi bom enquanto durou. - Tenho certeza que teria sido isso que Tom teria dito se tivesse forças, enquanto arranjava um lugar na sala de aula. Era tão cansativo ter que entrar de novo naquela classe fria e com cheiro de giz! As férias foram-se tão rápidas como vieram. De fato ele talvez comentasse com alguém como o primeiro semestre passou relativamente rápido. Mas ele nem tinha alguém, então não fazia diferença.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ele se sentou num lugar no meio da fileira do canto. Em outras escolas fazia mais sentido ele se esconder no fundo, mas no Colégio Lindenberg era lá que ficavam os irritantes e falantes populares. E como na frente era o lugar reservado para os nerds. Diga-se de passagem que Tom tinha algumas duvidazinhas em Matemática. Só dúvidas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;-Pessoal...Erm...PESSOAL! - um berro da diretora Skinkles abafara o típico barulho de um empolgante primeiro dia. Não, eu também não acho que Skinkles seja nome de gente, mas fazer o que? - Gente essa é a nova aluna: Manoela Jung.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;De fato o que se sucedeu a partir daí chamou a atenção de Tom por sua excentricidade: uma garota de cabelos lisos e estatura média encontra-se na porta - a qual retia a atenção de todos,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;-&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;ela trajava um jeans comum e a camiseta do uniforme.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Mas o que espantara de verdade foram seus pés. Ela estava distraidamente virada de costas e de pé numa perna só. Na mão direita o par de seu tênis, preto sem cadarço e cheio de estrelinhas. Com a outra mão ela arrumava a meia, crente de que ninguém a observava.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;-Caham - a diretora pigarreou fazendo a menina se tocar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;-Ah, oi, hehe.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;- a menina encabulou colocando o sapato de qualquer jeito.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Tom ficou observando para ver onde a garota iria se sentar. Ela foi para uma das primeiras carteiras, o que fez os populares do fundão já se desinteressarem por ela e voltarem a sua rotina de risadas. Ele porém não. Tom observou a garota por toda a aula, para ver o que tinha aquela garota que se discrepava tanto do resto da sala. Mas ela nada fez na aula toda além de escrever, ler, e ocasionalmente algumas perguntas para os professores.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O sinal para o intervalo bateu. Curioso, e instigado o garoto decidiu ver o que Manoela iria fazer, com quem sairia por aquela porta de madeira escura. Ela não saiu.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Enquanto todos os garotos saiam conversando e rindo, Manoela continuava sentada atrás de sua carteira com um ligeiro sorriso no rosto. Por fim, quando as últimas pessoas saiam a garota começou a remexer de sua mochila tirando de lá um embrulho cilíndrico. Cansado de esperar, então, Tom se levantou em direção ao pátio. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;No meio do caminho algo chamou sua atenção. Bom, muito mais do que o chamou atenção:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;-TOOOOOOOOOOOOOOOM – a garota vinha atrás dele do corredor. O garoto continuou caminhando, apesar de ouvir os passos às suas costas. Com toda certeza existiam outros Tom’s na escola. Estava acostumado, ninguém o conhecia. – Hey, garoto! Tô falando com você.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ele virou instantaneamente e viu um vulto:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;- Bu! – ele caiu no chão. A garota então se sentou ao seu lado. – Então é aqui que nós vamos passar o intervalo?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;- E-eu...te conheço,...Manoela?- um pouco atordoado, tentando puxar o nome da garota pela memória.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;- Tecnicamente não. Mas da mesma forma que você sabe meu nome eu sei o seu. – sorrindo como se isso explicasse algo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;- Você é bem inteligente...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;- Se se incomodar eu saio – fazendo menção de levantar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;- Não, não, é só que...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;- Só que nada! Olha – apontando para o tênis de ambos. Thomas calçava um All Star azul-marinho 37. – Somos do mesmo time! – Sorrindo abertamente e fazendo Tom rir também. – Você quer? – Abrindo o embrulho que a essa altura ele reconhecia ser um pacote de bolacha Trakinas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Os dois ficaram ali conversando e rindo – o que era uma novidade à Tom – até a massa de alunos voltar aos corredores se encaminhando a suas respectivas salas. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Todos congelaram ao ver a cena: os dois sentados lá. Ali.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;- Acho que está na hora de voltarmos pra sala – repetia Thomas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;- É, acho que sim... – Fazendo uma divertida expressão triste ao olhar para o pacote de bolachas vazio. Ele riu.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Levantou-se Tom, que ajudou Manoela a fazer o mesmo. Os dois caminharam pra sala, a medida que os alunos atrás faziam o mesmo, tranqüilos. Manoela jogou o pacote de Trakinas no lixo. Junto foram os fantasmas de Thomas McClean.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-7536555418305422791?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/7536555418305422791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=7536555418305422791&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/7536555418305422791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/7536555418305422791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2008/08/im-looking-up-for-my-star-girl.html' title='I Found a Away'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-6258064434279538828</id><published>2008-07-29T19:34:00.002-03:00</published><updated>2008-07-29T19:40:49.671-03:00</updated><title type='text'>Barco Viking</title><content type='html'>Eu sentei aqui e eu precisava escrever. Sobre tudo, sobre as coisas, sobre você. Sobre como o tempo passou e sobre o tudo... e como tudo &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;mundo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;u&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;A linha que parecisa frase frágil se negritou. Gritou, passado! Se solidificou. Sodificou, ainda sodifica. Como soda no tecido ou como uma birita.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-6258064434279538828?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/6258064434279538828/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=6258064434279538828&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/6258064434279538828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/6258064434279538828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2008/07/barco-viking.html' title='Barco Viking'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-3819448261039319560</id><published>2008-06-30T14:20:00.005-03:00</published><updated>2008-07-01T15:26:19.529-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dia-a-diário'/><title type='text'>Dia 98</title><content type='html'>Fala sério, sempre quis começar um texto-diário assim. É do tipo "Estou perdido numa ilha, minha última refeição foi meio coco há três dias atrás. O Jhon está um saco.  E eu com muita fome...quem sabe com o tempeiro certo e...não". É, não vai rolar...&lt;br /&gt;De fato eu não sei onde acabará a greve pra começar as minhas férias, isso é engraçado. Mas eu queria ter podido sentir aquela coisa de dever cumprido (a única vez que eu tenho chance de tirar mais do que seis em matémática do ano, decretam greve).&lt;br /&gt;"Porque parece que na hora eu não vou aguentar, se eu sempre tive força e nunca parei de lutar, como num filme no final tudo vai dar certo quem foi que disse [...] "(8) Hey, não foi uma indireta isso. Falo sério. Surtos musicais rocks.&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Eu queria assistir As Cronicas de Nárnia, será que é legal? Me parece ser bem legal, e mesmo que não for eu pretendo assisti-lo duas vezes. Eu não direi que &lt;span style="font-style: italic;"&gt;vou, &lt;/span&gt;talvez eu não vá. O benefício do talvez é muito bom, tira uma carga da consciência. É melhor que dizer "Ah, eu disse sem pensar. No dia/hora/época eu não sabia o que sei hoje."&lt;br /&gt;E olha, hoje é realmente é dia 98, eu fiz as contas, legal né?&lt;br /&gt;That's all, stay with the stars.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-3819448261039319560?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/3819448261039319560/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=3819448261039319560&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/3819448261039319560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/3819448261039319560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2008/06/dia-98.html' title='Dia 98'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-4944624933928921221</id><published>2008-05-22T00:21:00.005-03:00</published><updated>2008-08-08T13:55:19.434-03:00</updated><title type='text'>untitled.</title><content type='html'>Aula de Inglês.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Humpf&lt;/span&gt;, um suspiro. Nada parecia dar certo naquele dia.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Toc-toc&lt;/span&gt;, o barulho da madeira do lápis em contato com a da mesa...compassadamente.&lt;br /&gt;Olhei no relógio: 11h35. Como eu me odiava naquele momento. (!). Não sustento. Não sustento amizades, relacionamentos...nada. Nada. Palavra que rima com uma que me descreve bem: nada. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Te amo&lt;/span&gt;. Foi natural, espontâneo. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sorri&lt;/span&gt;. Não havia sequer alguém para ama. Eu não era alguém para amar, definitivamente.&lt;br /&gt;Loser (e é nessa hora que o sorriso começa a desaparecer). Odeio ter de usar essa palavra, traz más vibes.&lt;br /&gt;Escrever. Pronto, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;escrevi&lt;/span&gt;. Lave o rosto, respire: "Strike your pose and fake a smile"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ps; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Agora o Blogger salva seus rascunhos automaticamente!&lt;/span&gt;, inovador, não?  (me arrependerei disso, fato.)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-4944624933928921221?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/4944624933928921221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=4944624933928921221&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/4944624933928921221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/4944624933928921221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2008/05/untitle.html' title='untitled.'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-5884581568074388594</id><published>2008-04-04T19:01:00.003-03:00</published><updated>2008-04-04T19:14:27.308-03:00</updated><title type='text'>Pão de queijo.</title><content type='html'>Era uma manhã chuvosa como sempre na "terra da garoa". Seis horas da manhã e várias pessoas já perambulavam incessantemente pelas ruas de São Paulo. Muitos não tinham tempo sequer de tomar a primeira refeição do dia no aconchego de suas cozinhas, tendo assim que comer algo no caminho, algo comum na rotina de uma cidade grande. O garoto era uma dessas pessoas, tinha algo por volta dos 21 anos de idade, e estava sentado tomando um suco de uva enlatado, algo super natural e saudável, e comendo um pão de queijo.&lt;br /&gt;O local estava lotado, e as poucas mesas e garçonetes não davam conta dos fregueses. Não mais que de repente surge uma garota morena na sua frente, ele nunca soube se ela se materializou naquele local ou se estava tão compenetrado em sua refeição que nem a notou chegar. Ela trazia junto de si uma garrafinha de água, e uma pequena bandeja com algum tipo de sanduíche.&lt;br /&gt;-Eu...posso me sentar com você, é que não tem mesa vaga e...eu estou realmente atrasada... - a sua voz era desanimada, triste, e seus olhos já cintilavam a luz. E que olhos! Por cima de suas bochechas se posicionavam um par de esferas de cor mel, mas que em vários momentos se confundia com verde.&lt;br /&gt;-Claro, sem problemas - se levantando e puxando uma cadeira para a garota, que aparentava ter mais ou menos sua idade.&lt;br /&gt;Eles voltaram a sua atenção aos seus respectivos pratos, mas algo quebrou o silêncio. Parecia um soluço, algo angustiante. O rapaz olhou para frente mas não conseguiu olhar nos olhas da garota, os mesmos, cobertos por uma delicada franja. Mais um soluço, ele repara que um líquido escorria por entre as bochechas da moça.&lt;br /&gt;-Você está bem ?&lt;br /&gt;-Eu... -  agora que ela olhava para cima e ele podia olhar em seus olhos, e stavam encharcados.&lt;br /&gt;O garoto pôs sua cadeira perto dela e a envolveu num abraço.&lt;br /&gt;-Não fica assim, se acalma - ele começara a cantarolar. - It's gonna take some time, to realize. But if you look inside, I'm sure you'll find. Over your shoulder you know that I told you, I'll always be pickin' you up when you're down, so just turn around.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-5884581568074388594?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/5884581568074388594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=5884581568074388594&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/5884581568074388594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/5884581568074388594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2008/04/po-de-queijo.html' title='Pão de queijo.'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-4259944533930321387</id><published>2008-02-25T19:57:00.004-03:00</published><updated>2008-10-27T13:53:52.424-02:00</updated><title type='text'>I ain't missing you at all. Since you've been gone... away.</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;"Sabe, uma vez assisti a um filme um pouco louco, e nele existia uma arma, arma essa a mais procurada e cara de todo mundo. Só que essa arma não soltava fogo, raio, balas, mísseis, ou esse tipo de coisa. Era a arma do entendimento (essa não é a palavra correta, mas ok). Você apontava a arma para alguém e disparava, então arma fazia com que o individuo entendesse por completo o seu ponto de vista. Tudo que você pensava, sentia. Por (muitas) vezes em minha vida eu sonhei ter essa arma. Queria que tu pudesses entender tudo que eu sinto. Queria que você soubesse o quanto penso em ti, e que toda vez que me deito e coloco a cabeça no travesseiro lembro de ti. Conforme o edredom vai aquecendo todas as extremidades de meu corpo, sinto como se fosse um abraço teu. Mas não. Eu não consigo dizer-te o que sinto. Nunca consegui expressar-me por completo, e saiba você que estou a semanas planejando um jeito de colocar tudo isso no papel. Mas então escuto uma música legalzinha e todos os meus sentimentos parecem desaparecer, sou esmagada pela rotina, as aulas aterrorizantes e tudo o mais. Isso dó, dói muito. Eu estou sintindo sua falta, meu amor. Hum, estranho, nunca me imaginei assim, tendo que fazer as escolhas que tenho que fazer, sempre fui mais uma telespectadora. Não sei nem porquê estou tentando escrever isso, sei que depois que eu ler vou me achar uma idiota, e medíocre. Vou achar essa carta totalmente ridícula, e não terei coragem de enviá-la. Mas não, não posso fazer isso dessa vez, você vai me escutar, queira (eu) ou não!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O engraçado é que eu realmente não sei como eu me sinto em milhões de coisas, por vezes me senti oca, sem sentimentos. Me deparo à algumas situações e digo “O que estou fazendo aqui?”. Por Deus! De duas uma: ou isso é um sintoma precoce da minha velhice, ou tua falta me traz alucinações. Tudo bem, sem hipocrisias também, apesar de eu te amar muito, e de um tanto que eu nem sei dizer, eu nunca na minha vida senti sintomas paupáveis de um sofrimento sentimental. Para falar a verdade sempre fui assim, estranha, esquecida às vezes. E sabe, gozado, tomo algumas atitudes na vida em geral que por vezes nem sei o que estou fazendo. Foi assim que fiz para te conquistar. Confesso que nem sabia por que diabos estava fazendo aquilo. Foram tantos comentários maliciosos para lá e para cá que já nem me lembro mais. Mas apesar de tudo quem me conquistou foi você. Eu fazia as mais incisivas perguntas e você vinha com uma resposta que me fazia sorrir. Um sorriso daqueles bobos, sabe?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Hoje na escola fui ao laboratório de  biologia, e por mais macabro que possa parecer eu só lembrava de ti. Fui andando e andando pelo corredor lateral, por vezes me assustei com o conteúdo dos jarros. Cobras, fetos, sapos, órgãos humanos, e outros tecidos orgânicos, todos mortos. Confesso que não agüentei chegar ao final do corredor com todas aquelas “coisas” estranhas ao meu lado na prateleira. Atravessei pelo meio da sala e me encostei na janela, senti a brisa fresca fazer meus cabelos levitarem. Olhei para baixo, e um sorriso apareceu em meu rosto ao ver as árvores lá embaixo, no térreo. Durante todo esse percurso queria poder deixar bem claro que meus movimentos foram mecânicos, eu só pensava em você. Queria você. Você. O instrutor me chama, e sou obrigada a voltar à bancada.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O caso é: eu gosto de você, muito."&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-4259944533930321387?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/4259944533930321387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=4259944533930321387&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/4259944533930321387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/4259944533930321387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2008/02/i-aint-missing-you-at-all-since-youve.html' title='I ain&apos;t missing you at all. Since you&apos;ve been gone... away.'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-5402553828735567261</id><published>2008-01-27T00:38:00.000-02:00</published><updated>2008-01-27T00:42:23.727-02:00</updated><title type='text'>Para Sempre</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ela&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Carolina nunca foi do tipo de garota comum. Ela não era uma anti-social loser. Não, definitivamente não. Com seus longos cabelos loiros ela sempre podia ser vista entre os populares da escola. Porém Carolina era inteligente, e ao contrário da maioria que no fundo sabem que não vão ter muito sucesso após o Ensino Médio, Carolina era aplicada, ela tinha um sonho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ele&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Roberto era um cara largado. Acho que essa é a melhor forma de defini-lo. Quem nunca teve um amigo lesado? Aquele que é sempre o último a rir das piadas(quando ri). Aquele pateta que passa toda a epóca escolar se arrastando, tirando notas baixas, e que sempre passou de ano por algum tipo de milagre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fevereiro de 1996. 12h42&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Atrás de uma porta com um letreiro "DIRETORA", uma senhora robusta atende um telefonema.&lt;br /&gt;Após um  alagamento no Centro de Convenções Eldorado, formatura do terceiro colegial da Escola Augusto foi remanejada para acontecer no Auditório Albertoni, à Rua Risqué.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;20: 02&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Na comum agitação existente na cochia das formaturas uma jovem e bela garota na flor dos seus 18 anos imcopletos olha em volta numa suplica de ajuda, sua beca estava com a faixa totalmente solta, não era assim que imaginava sua formatura! Queria que saísse tudo perfeito! Um nó é formado em sua garganta quando percebe que todas suas amigas estão ocupadas e que as moças contratadas e que seriam responsáveis por esse tipo de assistência também estão ocupadas. "Camila Montezzani". Uma voz anuncia um nome que soa mais como um: "Está chegando sua vez Carolina!". Ela começa a girar em torno de si, confusa.&lt;br /&gt;- Posso ajudar? - o garoto dos cabelos castanhos claros, que até então só observava seu ataque de hesteria silencioso, intervêem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Maio de 2006, 16h14&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;"It's all about you baby (it's all about)"&lt;br /&gt;Dançando estre as folhas secas de um domingo ensolarado de outono, com um pequeno rádio de pilha ligado encontravam-se Carolina e Roberto.&lt;br /&gt;-Carol, espera um  pouco - parando de dançar e ficando de frente a garota, mas ainda segurando suas mãos. - A gente já passou por tanta coisa juntos - a garota assentiu sorridente -  e bom, desde que nos conhecemos, nos desencontramos, e bom, só voltamos a se ver nove anos depois. Mas você sabe, eu nunca esqueci seu olhar. - sorrindo - Seu olhar histérico. - os dois riram - E bom, desde quando nos reencontramos e se eu nao me engano fazem dois anos de felicidade. O fato é que não nos largamos, só nos amamos mais e mais. E aah...- encabulado - quer se casar comigo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Agosto de 2007&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; - Vocês prometem se amar e respeitar por - a voz imponente do padre é interrompida.&lt;br /&gt;-Seu padre, se você, digo, o senhor, digo, vossa santidade se importar nós gostáriamos de dizer os nossos próprios votos, aí os da "alegria e da tristeza" a gente vai dizer também. -  o homem dos cabelos grisalhos sorriu, eles tomaram aquele gesto como uma permissão.&lt;br /&gt;Roberto: Eu prometo, te amar, e te cuidar, por toda...&lt;br /&gt;Carolina: ...a minha vida, e pra sempre. Prometo dar uma parte de mim a ti...&lt;br /&gt;Roberto: ...e, como pagamento reter um pedacinho seu pra sempre comigo...&lt;br /&gt;Carolina: ...para nunca mais esquecermos um do  outro. Eu...&lt;br /&gt;Roberto: ... te amo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Janeiro de 2008 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;-Carol, não me deixa! -  a voz de Roberto era embargada. Ele podia se lembrar nos mínimos detalhes tudo que aconteceu: Após casados, os dois passaram feliz durante quatro meses, sem dúvida os melhores de suas vidas. Ele lembrava perfeitamente quando Carolina chegou em casa pálida com um envelope branco contendo uma horrível notícia. Ele lembrava como a doença tinha evoluído assustadoramente rápido. E agora...&lt;br /&gt;"Piiiiiiiiiiiiiii" O barulho revelava a inércia do corpo a sua frente.&lt;br /&gt;Ele nunca soube ao certo por que não percebeu muito bem quando foi arrastado do local. Se foram as lágrimas nos olhos que o cegaram, ou ele realmente apagou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Julho de 2008&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Enquanto comia fondue, Roberto  se lembrava de seu passado, ele lembrava do quanto sofrera, e quanto batalhara, uma lágrima desceu de seu rosto mas logo é desviada prematuramente de seu destinos bochechas à baixo por uma doce mão. Ele sorri. Tudo estava bem, Carolina tinha sobrevivido. Por algum tipo de milagre os médicos coseguiram salvar sua vida. Há os que digam que foi o amor que os uniu juntos, para sempre.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-5402553828735567261?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/5402553828735567261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=5402553828735567261&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/5402553828735567261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/5402553828735567261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2008/01/para-sempre.html' title='Para Sempre'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-5473124237381899415</id><published>2008-01-25T15:34:00.000-02:00</published><updated>2008-01-25T16:15:52.848-02:00</updated><title type='text'>Andressa</title><content type='html'>Andressa atravessa a rua as pressas com seu cabelo preso num prático e esportivo rabo-de-cavalo. Com sua bolsa  tiracolo, ela se prepara para mais um período de trabalho. Meio-dia.  No balcão do edíficio Santa Luzia, enquanto bate o cartão em um tipo de registradora, que marca a chegada e saída dos funcionários, Andressa pensa na aparente perfeição de sua vida. A menina-mulher pensa na sua rotina: de dia trabalhar no consultório do nutricionista Doutor Alberto, localizado em um edíficio comercial no centro da cidade. A noite ir pra faculdade, curso de Letras.&lt;br /&gt;Ela pensa  na sua família, pensa nos comentários de todos os tios. "Você tem que ser como sua tia Marta! Ela sim é uma  pessoa admirável. Batalhou pra conseguir fazer faculdade de Letras e  hoje tem sua própria universidade." Só que Andressa nunca admirou tia Marta, ela não passava de uma esnobe, ou uma pessoa fechada, ela nunca soube. O fato é que Andressa nunca teve muito contato com sua tia. A mulher nunca ia nos convencionais almoços de domingo, regados de muita macarronada feita por sua avó.&lt;br /&gt;Isso tudo faz despertar uma dúvida em Andressa: ela gostava mesmo de como estava sua vida? Digo, será que era isso que ela queria ser, queria ser a tia Marta? Mas ela já estava conformada a ceder as pressões da família. Desde que ela nasceu o seu destino estava selado nas malditas cabeças de seus familiares que pensam pequeno. Então, se Andressa não fosse tia Marta, o que poderia ter sido da sua vida? Ela seria uma grande jogadora de basquete, como sonhara(in centivada por aulas) até seus 11 anos de idade? O fato é que com sua aplicação ela poderia ser qualquer coisa: advogada, médica, jornalista, e existe os que diriam que ela poderia até ser um astronauta da Nasa. Se ela se esforça por algo não  gosta, por que não faria o mesmo por algo que gosta? O fato é que ela era alegremente perfeita a vista de seus pais. A orgulhável Andressa. Um emprego, faculdade de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;tia Marta &lt;/span&gt;(digo, Letras ), não se esquecendo de citar que com um mês de trabalho ela tinha financiado uma moto! O que ninguém sabia é o porquê: ela se sentia livre com o vento batendo na cara, se sentia inabálavel, se sentia satisfeita, feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mocinha, você já usou aí? Então ande, está enterrompendo a passagem.&lt;br /&gt;Alí no balcão do Edifício Santa Luzia, a garota desmonta. A menina-mulher Andressa jazia desmaiada ao pé de curiosos, e preocupados que gritavam as pressas para o porteiro chamar a emergência. Outros pediam que todos dessem espaço para a  "mocinha" respirar, pediam para que não fizessem tanto barulho, tanta agitação. Nada disso importava mais, Andressa estava agora mais feliz que fora em toda a vida, nada ouvia, nada sentia, nada via. Em sua face descançava uma lágrima.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-5473124237381899415?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/5473124237381899415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=5473124237381899415&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/5473124237381899415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/5473124237381899415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2008/01/andressa.html' title='Andressa'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-488445820183138918</id><published>2008-01-20T02:00:00.002-02:00</published><updated>2008-07-01T15:33:35.337-03:00</updated><title type='text'>"Eu senti o amor, foi mágico."(Mariana Acerola)</title><content type='html'>O amor. É algo estranho não? Amor é algo abstrato, retradado diferentemente nos olhos brilhantes e no sorriso bobo de cada um que ama. Mas quando eu digo do amor, nao quero dizer de paixão. Amor é algo superior, o amor te eleva pra um lugar distande, algo como Neverland.&lt;br /&gt;E o engraçado é que todos, até mesmo os céticos que desconfiam da existência dele, sabem quando ele chega. O reconhecem.&lt;br /&gt;O fato é que o amor é algo que nao se explica realmente, é algo que se sente, nem mesmo a mente de todos os poetas que existiram, existem existirão, nem todos eles reunidos num só ser pensante conseguiriam descrever tal sentimento. Talvez seja por que o amor é algo além da razão. Você, pode amar uma celebridade, um sonho, um cereal, um biscoito.&lt;br /&gt;Quando pequeno eu achava que amava aquela coleguinha que tinha os traços mais angelicáis. Depois de crescido um pouco percebo que isso nao é amor. Eu posso estar errado, aquilo pode ter sido amor sim, porque não? O amor evolui junto com o ser.&lt;br /&gt;Também cheguei a achar que o amor levava meses, talvez anos pra se desenvolver dentro de alguém. Hoje sou a prova viva de que 30 dias, já é o suficiente pra se amar alguém. O fato é, a quantidade nao importa, e sim a qualidade.&lt;br /&gt;Há também os que dizem que encotraram a pessoa perfeita. Penso eu, que durante a vida você pode encontrar várias pessoas perfeitas. Creio também que minha hipótese pode ser questionada com o seguinte pensamento de que é possível encontrar a sua pessoa perfeita, e a perder. Por força do destino ou por força de sua falta de tato.&lt;br /&gt;Há pessoas quem amam muitos, ou assim pensam, acho que nao saberei responder essa questão nunca. Mas, existem também as que amam poucos. Há aqueles que trocam de amores rápido, assim amando muitos durante a vida, há as exceções, bom nada importa quando se ama!&lt;br /&gt;Creio eu que depois de tudo é necessário que seja feita por mim uma descrição do que é amor. Amor é algo inexplicável(prazer, me chamo contradição). Um misto de admiração, respeito, preocupação, vontade de abraçar, conversar, ficar junto da pessoa, a companhia basta pra um amante! O amor nao se limita ao namoro, a amizade. Há muitas escalas entre estas 'coisas'. Nas quais as pessoas estão estacionadas, ou transgredindo e não se dão conta. Há também outros tipos de amor, pois esse sentimento é algo muito bonito  a se resumir só em namoro, amizade e suas derivações. Há amores compartilhados, amores secretos, amores inacreditáveis, amores confusos, amores solitários, há amores...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-488445820183138918?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/488445820183138918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=488445820183138918&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/488445820183138918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/488445820183138918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2008/01/eu-senti-o-amor-foi-mgicoacerola.html' title='&quot;Eu senti o amor, foi mágico.&quot;(Mariana Acerola)'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-867581078908099711.post-3445314409898300959</id><published>2008-01-11T16:22:00.001-02:00</published><updated>2008-07-01T15:29:32.475-03:00</updated><title type='text'>2008</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"O futuro é o passado do passado. O presente é o agora do futuro."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(eu. )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ano acabou. Pronto e agora? Que vai ser da vida? Quem vai ser da vida? Quem vai ser na vida? Quem vai amar na vida?&lt;br /&gt;Vou ser bem legal, né? Vai ser bem legal. Né?&lt;br /&gt;Mas tá, a vida é um dúvida mesmo. Então o que foi dessa vez? As dúvidas se intensificaram? Corta essa! Sabe o que parece? Bom, parece que  de repente ficou tudo mais real, sabe? Para tudo! Isso só se vê em filmes e em livros (quando se tem sorte).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- quanto ao meu ano&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho medinho de prometer coisas. Tudo pode acontecer no ano que virá. Eu (in)felizmente já provei muito disso.&lt;br /&gt;Mas depois de treze anos convivendo com uma pessoa pode-se ter certeza de algumas coisas, não?&lt;br /&gt;Estudar(pouco),  ouvir música(boa), amar(sem especificar),  sofrer, chorar(é uma boa), dizer, correr, cantar(conseguir fazer agudos bons), escrever(sempre), compreender, andar, olhar, sentir(viver se pá?).&lt;br /&gt;Me despeço de 2007 que nao foi uma MARAVILHA para mim,  porém serviu pra eu crescer, e me conhecer(por que não?). Adeus para os que ficam(por lembranças) em 2007, agora não há mais nada que me prenda nele. Até mais, vou tentar 2008.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/867581078908099711-3445314409898300959?l=dozemetros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dozemetros.blogspot.com/feeds/3445314409898300959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=867581078908099711&amp;postID=3445314409898300959&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/3445314409898300959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/867581078908099711/posts/default/3445314409898300959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dozemetros.blogspot.com/2008/01/2008.html' title='2008'/><author><name>Renan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08854273838544840872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
