Para Sempre
Ela
Carolina nunca foi do tipo de garota comum. Ela não era uma anti-social loser. Não, definitivamente não. Com seus longos cabelos loiros ela sempre podia ser vista entre os populares da escola. Porém Carolina era inteligente, e ao contrário da maioria que no fundo sabem que não vão ter muito sucesso após o Ensino Médio, Carolina era aplicada, ela tinha um sonho
Ele
Roberto era um cara largado. Acho que essa é a melhor forma de defini-lo. Quem nunca teve um amigo lesado? Aquele que é sempre o último a rir das piadas(quando ri). Aquele pateta que passa toda a epóca escolar se arrastando, tirando notas baixas, e que sempre passou de ano por algum tipo de milagre.
Fevereiro de 1996. 12h42
Atrás de uma porta com um letreiro "DIRETORA", uma senhora robusta atende um telefonema.
Após um alagamento no Centro de Convenções Eldorado, formatura do terceiro colegial da Escola Augusto foi remanejada para acontecer no Auditório Albertoni, à Rua Risqué.
20: 02
Na comum agitação existente na cochia das formaturas uma jovem e bela garota na flor dos seus 18 anos imcopletos olha em volta numa suplica de ajuda, sua beca estava com a faixa totalmente solta, não era assim que imaginava sua formatura! Queria que saísse tudo perfeito! Um nó é formado em sua garganta quando percebe que todas suas amigas estão ocupadas e que as moças contratadas e que seriam responsáveis por esse tipo de assistência também estão ocupadas. "Camila Montezzani". Uma voz anuncia um nome que soa mais como um: "Está chegando sua vez Carolina!". Ela começa a girar em torno de si, confusa.
- Posso ajudar? - o garoto dos cabelos castanhos claros, que até então só observava seu ataque de hesteria silencioso, intervêem.
Maio de 2006, 16h14
"It's all about you baby (it's all about)"
Dançando estre as folhas secas de um domingo ensolarado de outono, com um pequeno rádio de pilha ligado encontravam-se Carolina e Roberto.
-Carol, espera um pouco - parando de dançar e ficando de frente a garota, mas ainda segurando suas mãos. - A gente já passou por tanta coisa juntos - a garota assentiu sorridente - e bom, desde que nos conhecemos, nos desencontramos, e bom, só voltamos a se ver nove anos depois. Mas você sabe, eu nunca esqueci seu olhar. - sorrindo - Seu olhar histérico. - os dois riram - E bom, desde quando nos reencontramos e se eu nao me engano fazem dois anos de felicidade. O fato é que não nos largamos, só nos amamos mais e mais. E aah...- encabulado - quer se casar comigo?
Agosto de 2007
- Vocês prometem se amar e respeitar por - a voz imponente do padre é interrompida.
-Seu padre, se você, digo, o senhor, digo, vossa santidade se importar nós gostáriamos de dizer os nossos próprios votos, aí os da "alegria e da tristeza" a gente vai dizer também. - o homem dos cabelos grisalhos sorriu, eles tomaram aquele gesto como uma permissão.
Roberto: Eu prometo, te amar, e te cuidar, por toda...
Carolina: ...a minha vida, e pra sempre. Prometo dar uma parte de mim a ti...
Roberto: ...e, como pagamento reter um pedacinho seu pra sempre comigo...
Carolina: ...para nunca mais esquecermos um do outro. Eu...
Roberto: ... te amo!
Janeiro de 2008
-Carol, não me deixa! - a voz de Roberto era embargada. Ele podia se lembrar nos mínimos detalhes tudo que aconteceu: Após casados, os dois passaram feliz durante quatro meses, sem dúvida os melhores de suas vidas. Ele lembrava perfeitamente quando Carolina chegou em casa pálida com um envelope branco contendo uma horrível notícia. Ele lembrava como a doença tinha evoluído assustadoramente rápido. E agora...
"Piiiiiiiiiiiiiii" O barulho revelava a inércia do corpo a sua frente.
Ele nunca soube ao certo por que não percebeu muito bem quando foi arrastado do local. Se foram as lágrimas nos olhos que o cegaram, ou ele realmente apagou.
Julho de 2008
Enquanto comia fondue, Roberto se lembrava de seu passado, ele lembrava do quanto sofrera, e quanto batalhara, uma lágrima desceu de seu rosto mas logo é desviada prematuramente de seu destinos bochechas à baixo por uma doce mão. Ele sorri. Tudo estava bem, Carolina tinha sobrevivido. Por algum tipo de milagre os médicos coseguiram salvar sua vida. Há os que digam que foi o amor que os uniu juntos, para sempre.
Carolina nunca foi do tipo de garota comum. Ela não era uma anti-social loser. Não, definitivamente não. Com seus longos cabelos loiros ela sempre podia ser vista entre os populares da escola. Porém Carolina era inteligente, e ao contrário da maioria que no fundo sabem que não vão ter muito sucesso após o Ensino Médio, Carolina era aplicada, ela tinha um sonho
Ele
Roberto era um cara largado. Acho que essa é a melhor forma de defini-lo. Quem nunca teve um amigo lesado? Aquele que é sempre o último a rir das piadas(quando ri). Aquele pateta que passa toda a epóca escolar se arrastando, tirando notas baixas, e que sempre passou de ano por algum tipo de milagre.
Fevereiro de 1996. 12h42
Atrás de uma porta com um letreiro "DIRETORA", uma senhora robusta atende um telefonema.
Após um alagamento no Centro de Convenções Eldorado, formatura do terceiro colegial da Escola Augusto foi remanejada para acontecer no Auditório Albertoni, à Rua Risqué.
20: 02
Na comum agitação existente na cochia das formaturas uma jovem e bela garota na flor dos seus 18 anos imcopletos olha em volta numa suplica de ajuda, sua beca estava com a faixa totalmente solta, não era assim que imaginava sua formatura! Queria que saísse tudo perfeito! Um nó é formado em sua garganta quando percebe que todas suas amigas estão ocupadas e que as moças contratadas e que seriam responsáveis por esse tipo de assistência também estão ocupadas. "Camila Montezzani". Uma voz anuncia um nome que soa mais como um: "Está chegando sua vez Carolina!". Ela começa a girar em torno de si, confusa.
- Posso ajudar? - o garoto dos cabelos castanhos claros, que até então só observava seu ataque de hesteria silencioso, intervêem.
Maio de 2006, 16h14
"It's all about you baby (it's all about)"
Dançando estre as folhas secas de um domingo ensolarado de outono, com um pequeno rádio de pilha ligado encontravam-se Carolina e Roberto.
-Carol, espera um pouco - parando de dançar e ficando de frente a garota, mas ainda segurando suas mãos. - A gente já passou por tanta coisa juntos - a garota assentiu sorridente - e bom, desde que nos conhecemos, nos desencontramos, e bom, só voltamos a se ver nove anos depois. Mas você sabe, eu nunca esqueci seu olhar. - sorrindo - Seu olhar histérico. - os dois riram - E bom, desde quando nos reencontramos e se eu nao me engano fazem dois anos de felicidade. O fato é que não nos largamos, só nos amamos mais e mais. E aah...- encabulado - quer se casar comigo?
Agosto de 2007
- Vocês prometem se amar e respeitar por - a voz imponente do padre é interrompida.
-Seu padre, se você, digo, o senhor, digo, vossa santidade se importar nós gostáriamos de dizer os nossos próprios votos, aí os da "alegria e da tristeza" a gente vai dizer também. - o homem dos cabelos grisalhos sorriu, eles tomaram aquele gesto como uma permissão.
Roberto: Eu prometo, te amar, e te cuidar, por toda...
Carolina: ...a minha vida, e pra sempre. Prometo dar uma parte de mim a ti...
Roberto: ...e, como pagamento reter um pedacinho seu pra sempre comigo...
Carolina: ...para nunca mais esquecermos um do outro. Eu...
Roberto: ... te amo!
Janeiro de 2008
-Carol, não me deixa! - a voz de Roberto era embargada. Ele podia se lembrar nos mínimos detalhes tudo que aconteceu: Após casados, os dois passaram feliz durante quatro meses, sem dúvida os melhores de suas vidas. Ele lembrava perfeitamente quando Carolina chegou em casa pálida com um envelope branco contendo uma horrível notícia. Ele lembrava como a doença tinha evoluído assustadoramente rápido. E agora...
"Piiiiiiiiiiiiiii" O barulho revelava a inércia do corpo a sua frente.
Ele nunca soube ao certo por que não percebeu muito bem quando foi arrastado do local. Se foram as lágrimas nos olhos que o cegaram, ou ele realmente apagou.
Julho de 2008
Enquanto comia fondue, Roberto se lembrava de seu passado, ele lembrava do quanto sofrera, e quanto batalhara, uma lágrima desceu de seu rosto mas logo é desviada prematuramente de seu destinos bochechas à baixo por uma doce mão. Ele sorri. Tudo estava bem, Carolina tinha sobrevivido. Por algum tipo de milagre os médicos coseguiram salvar sua vida. Há os que digam que foi o amor que os uniu juntos, para sempre.
Comentários
quase me lembrei de vamos viver o momento (H)
IOAHAIHAIOAHIAOHAIOA
eu tava acabando de ler quando o li de baixo 'Andressa', quase morri [vc sabe porque]